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terça-feira, 10 de maio de 2011
Mundo místico: A felicidade segundo Aristóteles
Mundo místico: A felicidade segundo Aristóteles: "Compreender realmente o que seja felicidade para um indivíduo é, de certa forma, ver nas atitudes humanas, ora na sua cultura, ora em seus p..."
A felicidade segundo Aristóteles
Compreender realmente o que seja felicidade para um indivíduo é, de certa forma, ver nas atitudes humanas, ora na sua cultura, ora em seus pensamentos, a sua necessidade, ou seja, aquilo que realmente precisa para ser feliz[ii]. Muitas são as respostas de como se chegar à felicidade. Albert Einstein, por exemplo, disse certa vez: "se quer viver uma vida feliz, amarre-se a uma meta, não ás pessoas nem as coisas", pois sabia que as paixões destroem a liberdade do ser e o apego as coisas, desvirtualiza o homem natural. Falava-se muito em tentar compreender o que seria felicidade: uns pensavam que ela fosse riqueza, outros pobreza, embora ambos os pensamentos fossem falhos, afinal, até hoje a sociedade nunca a compreendeu por certo.
Fonte:http://www.webartigos.com/articles/5793/1/Felicidade-Na-Visao-Aristotelica/pagina1.html#ixzz1M08R0JlB
Para ilustríssimo Jusfilósofo Aristóteles, a felicidade é relatada como sendo um bem supremo tanto para os vulgos quanto para os homens de cultura superior, considerando-a como o bem viver e o bem agir. Identificam a felicidade com o bem e com o prazer e, por isso, amam a vida agradável.
Todo trabalho e todo o conhecimento adquirido, na visão aristotélica, visa à construção de um bem, um bem maior. Esse bem maior é a felicidade. Contudo, é preciso saber que esse sumo bem está colado no ato, pois poderá haver um estado de ânimo e, conseqüentemente, não ser acompanhado por um bom resultado. Para ser realmente um bem, tem de ser um bem inicialmente na consciência de quem executa um bem no meio, e um bem na conclusão da ação[iii].
Para a realização do bem supremo, a felicidade precisa de elementos que corroborem para tal, qualquer bem que não venha acompanhado da energia propulsora e dos elementos de sustentação não terá êxito e tornar-se-á algo sem valor. Na visão de Aristóteles, a felicidade é o bem mais nobre e mais desejável entre os homens, chegando a identificá-la como "uma atividade da alma em consonância com a virtude."
Muitos perguntam se a felicidade é adquirida através do aprendizado, do adestramento ou pelo hábito. Para essa pergunta, não existe resposta exata, uma vez que algo tão complexo e tão relativo não requer uma resposta simples. Entretanto, é sabido que a felicidade é a mais nobre das coisas, se ela vem do adestramento humano ou se vem pelo aprendizado não se pode afirmar com a pura certeza, mas há uma grande aproximação com as coisas divinas, por isso entendem-na como sendo uma bela e virtuosa atividade da alma.
Diógenes versus Aristóteles
Diógenes foi um filósofo que desprezou a opinião pública. Ele se importava mais com aquilo que existia dentro de si, a sua consciência falava mais alto; desprezava quaisquer bens materiais, lembra-me muito da história de Falcão[iv], um dos personagens principais do livro- O Futuro da Humanidade, do brilhante Augusto Cury. Parece-me que Diógenes viveu em um pequeno barril[v]. Seus únicos bens eram um alforje, um bastão e uma tigela, símbolo do seu desapego com as coisas mundanas. Era conhecido como o filósofo-cão, apelido denominado por viver em extrema miséria.
Na grande e simples visão de Diógenes, a felicidade era entendida como autodomínio e liberdade espiritual. Nesse aspecto, se parece muito com o Mahatma Gandi e com a figura de Sócrates. Diógenes era a verdadeira realização de um sonho de uma vida livre, muitos diziam até que ele vivia o seu próprio sonho. Ele combatia, pela sua filosofia de vida, os prazeres, os desejos e as luxúrias, elementos que impediam sua auto-suficiência. Diferentemente de Aristóteles, em que as virtudes em quaisquer momentos teriam de ser praticadas, indiferentemente de existir teorias ou não.
A história conta que Alexandre, "O grande", andando pela cidade, avistou Diógenes dormindo dentro do barril e, querendo ajudá-lo, perguntou se seria possível fazer algo por ele. Colocando-se de frente ao barril e, barrando os raios solares, olhou Diógenes em direção ao sol e disse: "Não me tires o que não me podes dar!". Esta sua atitude retoma Sócrates, onde aprendi que a felicidade se busca quando existe ética, moral, verdade, liberdade e quando se tem conhecimento de si mesmo e desapego com as coisas materiais.
5. conclusão.
Nas palavras de Aristóteles concluímos:
"...para nós, em vista do que se disse acima, fica claro que a felicidade é algo louvável e perfeito. Também parece ser assim porque ela é um primeiro princípio, pois fazemos todas as coisas tendo-a em vista, e o primeiro princípio e causa dos bens é, conforme afirmamos, algo louvável e Divino..." (pág.: 36).
"...uma vez que a felicidade é, então, uma atividade da alma conforme à virtude perfeita, é necessário considerar a natureza da virtude, pois isso talvez possa ajudar a compreender melhor a natureza da felicidade..."(pág.: 36).
"...sem dúvida alguma, a virtude que devemos examinar é a virtude humana, pois o bem e a felicidade que estamos buscando são o bem e a felicidade humana. Entendemos por virtude humana não a do corpo, mas a da alma; e também dizemos que a felicidade é uma atividade da alma..."
"...Louvamos um homem sábio referindo-nos a sua disposição de espírito, e às disposições de espírito louváveis chamamos virtude..." (pág.: 39)
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Fonte:http://www.webartigos.com/articles/5793/1/Felicidade-Na-Visao-Aristotelica/pagina1.html#ixzz1M08R0JlB
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Como seduzir cada signo
Mundo místico: Os signos e o Amor, Sedução dos signos
Como seduzi...: "Os signos e o Amor, Sedução dos signos Como seduzir seu par Saiba tudo sobre os signos e o amor. Veja quem você pode namorar e as maneir..."
Como seduzi...: "Os signos e o Amor, Sedução dos signos Como seduzir seu par Saiba tudo sobre os signos e o amor. Veja quem você pode namorar e as maneir..."
Os signos e o Amor, Sedução dos signosComo seduzir seu par
Saiba tudo sobre os signos e o amor.
Veja quem você pode namorar e as maneiras de seduzir cada um.
Elemento Fogo – Áries, Leão, Sagitário
Não importa se homens ou mulheres, nativos deste Elemento são sempre amantes da aventura, com um impulso muito forte em direção ao mundo chamado “imaterial” ou espiritual. Detestam ser comandados, se entediam junto a pessoas, coisas, situações e idéias onde não é possível expressar seu entusiasmo e fé na vida. Têm uma força vital incrível quando estão bem, mas parecem tomados do mais negro desespero quando os fatos da vida aparecem para atirá-los no mundo das contas a pagar,cartórios e dos horários a cumprir.
Normalmente, se apaixonam com facilidade. De todos eles, o Leão, por ser um signo fixo, é o que mais terá condições de enfrentar o lado costumeiro e cotidiano da vida a dois. Sagitário é instável por natureza, acha sempre que as uvas do vizinho são mais gostosas. E Áries precisa ter muitos aspectos de Saturno em sua carta natal para contornar a tendência a ir embora ao primeiro revés. Nenhum dos três prima pela paciência, mas podem ser leais e corajosos diante dos perigos, sendo capazes de enfrentar um batalhão armado por quem amam. A lealdade para estes signos é mais espiritual do que física.
E quem assume relacionamentos com um desses três signos de Fogo tem de estar preparado(a) para conviver com eventuais crises de paixonite, que às vezes assaltam esses seres que fogem do cotidiano como da fogueira em que incendeiam seus corações. Quando estão em uma relação, querem a paixão e a doação totais, querem um companheiro de aventuras, alguém com coragem, iniciativa, ousadia e autonomia suficientes para seguí-los.
Quando se desentendem com seus amados, as vezes criam outras paixões substitutas. Depois, podem até voltar, cabisbaixos e arrependidos, por perceberem que o romance inesquecível (Leão), a grande aventura libertadora (Sagitário) ou a paixão infinita (Áries) era apenas um caso como todos os outros, ou, nem mesmo isso. E aí, eles precisam de apoio, afago e compreensão – e simplesmente não entendem o estrago que fizeram com o coração alheio. É aí que os signos do elemento Ar se saem muito bem, já que, por meio da conversa, podem se entendem. E a imagem é eloqüente: o Ar realmente aviva o Fogo.
Por outro lado, os signos do elemento Água são capazes de bloquear a própria expressão, podem se ressentir tremendamente, jamais voltar a confiar, partindo com o coração amargurado para nunca mais voltarem. Não resistem bem às saídas dos signos de Fogo e não querem nada disso para si. Até os signos de Terra podem contornar melhor do que os de Água as crises dos irmãos de Fogo. Exímios conhecedores da realidade, com a qual sabem lidar melhor do que qualquer outro signo, podem dar o apoio necessário – mas não entendem muito, ou não têm muito interesse em saber o porquê de tudo isso.
Imaginar uma relação entre dois signos de Fogo é algo fácil, desde que outros planetas da carta natal ajudem a manter o interesse aceso, o companheirismo vivo e a energia sexual sempre em um pique alto. Diante da vida, os dois se comportam com a mesma extroversão, temeridade e gosto exploratório, o que facilita em muito a convivência.
Elemento Terra – Touro, Virgem, Capricórnio
Ah, a Terra! A realidade concreta jamais cansa esses signos, que querem botar a mão na massa e sair por aí criando belezas reais que povoem nosso mundo. Auto-suficientes, práticos, pragmáticos, realistas, constantes (menos Virgem) e leais, sabem naturalmente que a vida maravilhosa exige trabalho para acontecer e não têm medo dele. São eles que organizam a vida cotidiana muito bem, que focalizam sua capacidade de trabalho em algo sem um glamour aparente, sem o estardalhaço e o barulho dos seus irmãos de Fogo. Sabem como fazer da vida diária uma experiência ordenada, saudável e proveitosa.
Eles aparecem para consolidar os ideais dos outros signos, para dar forma e deixar para a posteridade algo mais consistente do que idéias e palavras, sentimentos e visões de futuro. Não sabem ousar muito. Por isso, precisam ser animados, estimulados por alguém que destrave os medos da rejeição de seu coração desconfiado. Quando resolvem ficar com alguém, é a sério. Não se sentem muito atraídos por casos rápidos que deixem seqüelas afetivas. São absolutamente sensuais – sendo que Virgem é pouco mais cerebral e controla muito mais a espontaneidade.
Touro ama com os cinco sentidos, prova seu sentimento com dotes culinários, agrada quem gosta dando prazer físico. Virgem ama com pudor, uma certa vergonha até, preocupando-se com a utilidade prática dos relacionamentos. De todos os signos de Terra, é o único instável emocionalmente, o que pode ser ameaçador para quem deseja estabilidade a todo custo. Os signos de Terra, ao contrário dos outros, sabem o peso e o significado das palavras e das ações. Quando amam, são os primeiros a dar a vida, o trabalho pessoal e seu esforço supremo em nome de quem merece sua lealdade. Obviamente, não se contentam com pouco, e precisam das provas concretas de amor como presença física, agrados, carinhos e presentes, para terem certeza de que estão sendo amados de verdade e podem assim confiar na outra pessoa.
Quando se comprometem, é para longos períodos, cheios de intimidade, presença e conforto. Sabem ser presentes na hora em que todos se vão e estão sempre ali, para o que der e vier, embora resmunguem, reclamem e empesteiem às vezes o ar com seu mau humor. Quando partem, geralmente é para sempre, assim como quando dizem “sim” ou “não” para alguém. São capazes de passar um bom tempo da vida entristecidos pelos vínculos rompidos, e demoram a entregar novamente seu amor a alguém, quando magoados ou vítimas de deslealdade.
É difícil se enganarem de pessoa, mas pode acontecer, dependendo de certos trânsitos planetários mais duros, ou de configurações astrológicas complicadas. Nesse caso, teimam em querer mudar as pessoas que dizem amar: em pouco tempo tomam o papel de um escultor que tenta esculpir a imagem ideal. Quando vem a decepção, demoram a aceitar que embarcaram em uma viagem ilusória que eles mesmos criaram. Nesta ocasião é que os signos do elemento Água levam a melhor, porque sentem, sabem intuitivamente e compreendem o abandono e a melancolia de seus irmãos de Terra e podem oferecer o apoio silencioso que eles precisam para se refazer.
Já os signos de Fogo partem assustados diante da falta de perspectivas e pensamentos auto-depreciativos dos signos de Terra, quando estão em fases de baixa afetiva. Os signos de Terra sabem entender seus irmãos de mesmo elemento, e podem alegrá-los com comidinhas gostosas, conversas amenas, presentinhos carinhosos e a presença firme e constante. Os signos do elemento Ar vibram em uma freqüência diferente dos signos de Terra, pouco podem fazer por eles a não ser estimular conversas que os ajudem a entender de forma distanciada o bem e o mal deste mundo.
Elemento Água – Câncer, Escorpião, Peixes
Sabemos que o planeta Terra, assim como nossos corpos, tem muito mais água do que qualquer outra coisa. Em outras palavras, isso tem a ver com a célebre história da origem da vida, o signo de Câncer representando o ventre materno e Peixes o oceano onde tudo deságua. É a imagem perfeita que descreve o ciclo vital e também nossos irmãos de Água, que banham nossas mágoas e as curam com sua sensibilidade, gentileza e compaixão, sem nada criticar ou julgar, a não ser Escorpião, que tem a tendência inata de ver sempre o lado errado das coisas, com seu olhar de raio-x que percebe segredos e transforma tudo com a força de suas emoções. Dizem que o céu fala pela boca dos que nasceram sob Peixes, e quem amou alguém assim sabe que é verdade.
Amantes românticos, apaixonados até o limite de sua própria vida, os signos de Água querem sentimento, intensidade e intimidade. Podem querer perder-se no outro, como Peixes; podem achar que tem o poder de transformar quem amam, como Escorpião; e podem querer proteger até demais quem gostam, como Câncer. Para esses signos de abnegação, lealdade e força emocional, nada pior do que a indiferença, mesmo muda. Podem não falar muito, mas sabem se mover na vida deslizando em meio às tempestades emocionais sem medo de se perderem, pois bóiam com facilidade onde os outros signos submergem.
Fascinados pelo amor à aventura dos signos de Fogo, atraídos pela racionalidade límpida do Ar, temem ser abandonados, desprezados ou tratados com formalidade demasiada. Preferem seu mundo interior, cheio de poesia, onde habitam príncipes e princesas encantadas, gente que nem existe de verdade, mas que alimenta seus anseios. São criativos, intuem o que não foi dito nem expresso ainda, por isso adoram passar o tempo “sentindo” as pessoas. Na verdade, são confiáveis e sabem do que falam, quando falam. Podem ser fechados, por cautela ou por extrema sensibilidade, mas sabem se mover bem nas dificuldades.
Quando decidem entregar seu amor, pode ser tudo feito com boa dose de chantagem emocional – diriam nossos irmãos de Ar – ou com extrema cortesia e delicadeza – assim percebem os signos de Terra. De toda maneira, são um pouco instáveis como as marés, prezam demais sua intimidade, detestam aparecer ou fazer demonstrações de afeto em público e se queixam quando pequenos detalhes afetivos são tratados sem muito cuidado – coisa que os signos de Fogo e Ar insistem em fazer, magoando o coração sensível dos signos de Água. Capazes de grande sensualidade e sexualidade – como Escorpião – também nutrem paixões secretas e platônicas – como Peixes.
De todos eles, Escorpião é o mais determinado no amor, Peixes o mais misterioso e charmoso e Câncer o mais maternal. Nos relacionamentos, preferem quem não brilhe muito, mas seja constante, dando apoio e colo quando o mundo parece cruel demais. Nessa ocasião saem na frente os signos de Terra, que sabem como marcar presença e se fazerem essenciais, enquanto os signos de Ar se sentem oprimidos por tanta irracionalidade junta e os de Fogo sentem apagar a chama da aventura diante dos inúmeros temores e pressentimentos dos signos de Água. Quando Água encontra Água, pode ser o paraíso ou o inferno, dependendo de outros sinais astrológicos, pois ambos se calam, quando magoados, deixando a mágoa crescer até a explosão final. Ou então se posicionam por meio da inércia, deixando tudo como está para ver como fica.
Elemento Ar – Gêmeos, Libra, Aquário
Envoltos no ar, caminhamos sobre a Terra. Voamos nos aviões e nossas idéias também voam. Essa imagem do vôo é mais do que adequada para definir nossos irmãos do Ar, que adoram viver no plano das idéias, principalmente as de cunho social. Adoram também a companhia dos outros seres humanos, ao contrário dos signos de Terra, que podem viver em solidão melhor do que todos os outros. Os signos de Ar consideram que a razão é a melhor qualidade humana, e a imparcialidade e objetividade que ela aufere é o maior objetivo a ser alcançado, por almas lúcidas, independentes, autônomas e equilibradas.
Com muito custo aceitam as tempestades emocionais, a dependência e a cobrança alheia. O que mais almejam em um relacionamento é a comunicação franca e aberta, por isso conseguem dialogar com pessoas muito diferentes de si mesmas. Ensinam aos outros como se desapegar, embora elas próprias não reconheçam os apegos que mantém, porque têm dificuldade em perceber ou aceitar os vínculos emocionais que criam com os outros. Como nos casos anteriores, há um signo de Ar que é mais teimoso na perseguição de seus ideais de vida a dois (Aquário), outro que tem jogo de cintura para adaptar-se às circunstâncias (Gêmeos) alheias e contemporizar; e outro que está mais interessado em iniciar contatos sociais do que mantê-los (Libra).
Claro que tudo irá depender de outros fatores astrológicos na carta natal, que podem acentuar ou diminuir esta tendência. De modo geral, porém, o Ar precisa de ar, ou seja: contato humano, espaço pessoal para ir e vir, autonomia para trabalhar como e quando quiserem e tempo suficiente para se reciclarem quantas vezes acharem necessário. De todos eles, Libra é o mais romântico, Aquário o mais liberal e Gêmeos o mais aberto a mudanças. Mas todos são suficientemente esclarecidos e querem sempre saber mais, aprender – de forma superficial ou não – e trocar idéias. Quando se comprometem com alguém, é porque encontraram um canal de comunicação interessante.
São capazes de manter e cultivar relacionamentos de parcerias quando tudo está as claras, odeiam a deslealdade, principalmente a ética ou a intelectual, afastando-se sem piedade e desocupando a mente do assunto que os fez sofrer. Não são presas fáceis da sexualidade e da sensualidade, como os signos de Terra, mas sabem ser elegantes e requintados na arte de amar e conviver. O lado animal do ser humano – com toda a sua carga grotesca que às vezes irrompe – intimida e tira a espontaneidade desses signos que estão aí para ensinar a civilidade, os bons modos e a coexistência pacífica. Se decidem abandonar uma relação, apenas Gêmeos pode voltar atrás, porque é o mais instável de todos os três signos de Ar. Libra terá feito o que foi possível a seu alcance para manter a relação. E Aquário terá usado de toda a sua compreensão e discernimento, embora fraqueje às vezes, pois não é muito seguro de sua importância como pessoa, sendo difícil para esse signo de anti-heróis aceitar de bom grado os elogios – aos quais costuma ser refratário, aliás.
Quando partem, de coração ferido ou não, em pouco tempo estarão de olho em outra pessoa, capaz de entendê-los e aceitá-los. Prezam bons ouvintes, ótimos amigos e companhias para os diversos programas culturais em que costumam afogar suas mágoas. Neste momento, os signos de Fogo entram com vários pontos à frente, pois animam e inflamam os ideais dos irmãos de Ar, nada exigindo em troca, a não ser a generosidade do momento presente. Já os signos de Terra podem se sentir fascinados por estes tipos livres e engraçados, mas temem a falta de chão que sentem ao seu lado, sabendo de antemão que não foram escolhidos por sua maestria, mas pela ocasião.
Mesmo assim, podem aprender a relaxar mais e se desapegar das coisas. Os signos de Água podem passar ao largo dos irmãos de Ar, a não ser que sintam serem importantes e recebam calor humano em troca. Salvo outras configurações astrológicas, é um acordo difícil. Dois signos de Ar quando se encontram poderão ser felizes se ambos tiverem em suas cartas valores equilibrados em outros elementos, senão tudo se dissipa em pouco tempo, e não há clima para um romance – pelo menos não um semelhante às novelas da TV.
Mundo místico: A magia está em você
Mundo místico: A magia está em você: "Acredite na mágica que há dentro de você . Toda pessoa é um ser mágico, sua concepção e nascimento foi uma grande magia da natureza. Acredit..."
A magia está em você
Acredite na mágica que há dentro de você. Toda pessoa é um ser mágico, sua concepção e nascimento foi uma grande magia da natureza. Acredite, existe um grande poder dentro de você, um poder que é capaz de mudar suas atitudes, influenciar o meio em que você vive. A escolha é sua! Você pode decidir entre realmente fazer a diferença ou ser mais um no meio da multidão. Mas, saiba que como todo bom mágico é preciso muito trabalho e perseverança para estar entres os melhores. Acreditar nos seus dons, nos seus sonhos, no seu talento é a base para construir uma carreira de sucesso.
marcosutopia@mail.com
Experimente novas cores em sua vida. Provoque e construa mudanças positivas. Experimente uma nova vida colocando novos temperos em seu dia-a-dia. Crie novos hábitos como a leitura, o trabalho voluntário, opinar e dar mais idéias no ambiente de trabalho. Não mude tudo! Não seja radical, comece com pequenas mudanças no comportamento. Quer ser mais paciente, menos ansioso, pratique a meditação. Que ter mais pique no trabalho, pratique mais atividades físicas. Comece trocando 02 ou 03 maus comportamentos por outros mais salutares. Mude sua percepção sobre os fatos, procure ver o contexto, não tire conclusões precipitadas, somente decida ou comente algo quando estiver convicto que vale a pena fazê-los.
Crie momentos mágicos. A platéia, digo, sua família, colegas de trabalho, clientes e comunidade, estão todos ávidos por um novo show. Tenha o bom humor, o alto astral sempre como aliados. Procure iluminar o lugar em que você vive. Demonstre seu entusiasmo pela vida, paixão naquilo que faz, agradeça sempre ao Criador por tudo o que você tem e é. Conheci um mestre que dizia que problema sério é problema de saúde, o resto você pode, deve e vai superar. Tenha sempre essa certeza. Não faça tempestade em copo d’água, não crie problemas imaginários e pare de procurar “pêlo em ovo” pois assim você acaba encontrando. A vida é curta demais para torná-la um grande peso, seja pró-ativo e foque a solução do problema.
Ensine seus momentos mágicos. Agora que você conhece novos truques para encantar seus expectadores é hora de repassar seus conhecimentos e nova filosofia de vida. Divulgue e treine as pessoas à sua volta. Peça sempre um sorriso, faça questão de um “bom dia” diferente, estimule pensamentos positivos, aceite sugestões, mantenha a porta e o coração abertos e aumente a auto-estima de toda e qualquer pessoa que conviva com você. A velha e boa história de “faça o bem, não importa a quem” vai se tornar um grande impulso para novos saltos em sua vida.
Crie momentos mágicos. A platéia, digo, sua família, colegas de trabalho, clientes e comunidade, estão todos ávidos por um novo show. Tenha o bom humor, o alto astral sempre como aliados. Procure iluminar o lugar em que você vive. Demonstre seu entusiasmo pela vida, paixão naquilo que faz, agradeça sempre ao Criador por tudo o que você tem e é. Conheci um mestre que dizia que problema sério é problema de saúde, o resto você pode, deve e vai superar. Tenha sempre essa certeza. Não faça tempestade em copo d’água, não crie problemas imaginários e pare de procurar “pêlo em ovo” pois assim você acaba encontrando. A vida é curta demais para torná-la um grande peso, seja pró-ativo e foque a solução do problema.
Ensine seus momentos mágicos. Agora que você conhece novos truques para encantar seus expectadores é hora de repassar seus conhecimentos e nova filosofia de vida. Divulgue e treine as pessoas à sua volta. Peça sempre um sorriso, faça questão de um “bom dia” diferente, estimule pensamentos positivos, aceite sugestões, mantenha a porta e o coração abertos e aumente a auto-estima de toda e qualquer pessoa que conviva com você. A velha e boa história de “faça o bem, não importa a quem” vai se tornar um grande impulso para novos saltos em sua vida.
A decisão é sua. Assim como em Stonehenge o visitante deve decidir se quer ver somente pedras ou o encanto do lugar. A magia está dentro de você. Tá na hora de procurar onde você tem deixado sua varinha de condão.
Mundo místico: O que as pessoas mais querem além de sexo e dinhei...
Mundo místico: O que as pessoas mais querem além de sexo e dinhei...: "Existem duas coisas que as pessoas desejam mais que sexo e dinheiro : reconhecimento e aprovação.' Mary Kay Ash` O que acontece quando dua..."
O que as pessoas mais querem além de sexo e dinheiro?
Existem duas coisas que as pessoas desejam mais que sexo e dinheiro: reconhecimento e aprovação."Mary Kay Ash`
O que acontece quando duas comadres se encontram, quando um grupo de amigos se reúne? Gasta-se muito mais tempo praticando o passatempo favorito da grande maioria: tricotar, fofocar e falar mal dos outros. Raramente se ouve um elogio. Por que isso acontece? Por que temos a tendência de focar mais nos aspectos negativos dos acontecimentos e das pessoas e não nos seus aspectos positivos?
Os noticiários estão recheados de notícias de violência, mortes, seqüestros, assaltos, guerras, catástrofes naturais, corrupção, críticas e outras notícias de teor negativo. Uma das colunas mais lidas e comentadas da revista Veja é a coluna do Diogo Mainardi, um ferrenho crítico de tudo e de todos. Um dos livros mais vendidos atualmente é o livro de crônicas do colunista e crítico Arnaldo Jabor.
Muitos culpam os meios de comunicação por esta tendência de focar apenas o errado, o ruim. Criticam o seu excesso de criticismo e de negativismo. Mas será que a culpa é realmente dos meios de comunicação? Na verdade, eles dão aquilo que o público quer receber. E, desgraçadamente, a grande maioria do público quer ver e ouvir sobre sangue, lágrima, podridão, violência, desgraça, dor e sofrimento.
Aprenda a elogiar
Saber elogiar é uma das qualidades fundamentais das pessoas sedutoras. Quem não gosta de receber um elogio? O elogio é um produto muito valorizado e procurado no mercado, porém muito escasso. Todo mundo procura receber o seu elogio, mas poucos são os que estão dispostos a concede-lo. Se você quer se tornar uma pessoa sedutora, aprenda a arte de elogiar. Uma coisa tão simples de dar, não tem nenhum custo, não vai tirar um pedaço de você, faz tão bem para as pessoas e que, mesmo assim, a maioria das pessoas tem dificuldade em dar. Quanto mais elogios você der, mais você receberá. Por isso, meu amigo / minha amiga não economize na hora de elogiar. Veja quantos dividendos a sua doação vai trazer para você. Tente, experimente e comprove os resultados...
Faça um elogio sincero, sempre que tiver oportunidade, seja no ambiente familiar, social, amoroso ou profissional. As pessoas gostam de receber um elogio verdadeiro, mas percebem quando um elogio soa falso e fora de hora. Um elogio soa verdadeiro quando a pessoa sente que fez por merece-lo. Ao elogiar uma pessoa, não use apenas palavras bonitas e elogiosas. Transmita todo o sentimento sincero que deve brotar do seu coração, da sua essência. Descubra, também, aquilo que a pessoa mais valoriza em si mesma. O impacto de um elogio é maior quando você elogia aquilo que a própria pessoa valoriza em si mesma.
Para reforçar o impacto de um elogio, escolha o momento certo para faze-lo. Se o elogio for dado em público, na presença de outras pessoas, reforça o sentimento de valorização. Você também pode elogiar uma pessoa indiretamente, comentando sua satisfação e apreciação de suas qualidades para uma terceira pessoa, que, logicamente, irá fazer chegar seus elogios à pessoa alvo. Esta tática reforça a sinceridade de seu elogio e passa a impressão de que você fala bem da pessoa para todo mundo. Falar bem das pessoas pelas costas tem um impacto muito grande porque é mais comum se falar mal das pessoas pelas costas.
Se o elogiado for você, não diga apenas “muito obrigado” ou “não foi nada”. O modo como você recebe um elogio demonstra seu apreço e admiração pela pessoa que fez o elogio. Se você não demonstrar muito entusiasmo com o elogio, a pessoa pode se sentir frustrada e pode não querer mais repetir o ato. Ao receber um elogio, demonstre sua emoção com clareza e desfrute deste momento com a pessoa que fez o elogio, mostrando sua apreciação sincera.
Veja o lado positivo das coisas e das pessoas
Um dos traços mais tóxicos e negativos é o de reclamar de tudo e de todos. As pessoas portadoras de um baixo astral têm o pensamento focado apenas nos problemas e no lado ruim das coisas. Fazem comentários pessimistas e negativos e vivem reclamando da vida. Passam a impressão de serem amargas, pessimistas, cheias de problemas pessoais e excessivamente críticas. Verdadeiras malas sem alça (e sem dólares) que todos querem evitar.
Se você quer causar uma boa impressão e se tornar uma pessoa apreciada, uma pessoa verdadeiramente sedutora, diga apenas coisas positivas. Veja e exponha o lado positivo dos acontecimentos. Evite fazer comentários negativos. Jamais faça ou traga suas queixas pessoais no convívio com outras pessoas. Faça os seus desabafos e suas confissões somente para as pessoas mais íntimas em quem você confia, em particular e nos momentos propícios.
Evite também falar mal das pessoas. Se você faz comentários negativos e participa de fofocas, as pessoas vão achar que você vai falar mal delas para outras pessoas e não vão se abrir com você.
Se você tiver que dar um feedback negativo para uma pessoa, saiba como faze-lo de forma a minimizar os efeitos negativos e evitar mágoas e ressentimentos. Procure dar o feedback em particular, no momento mais apropriado.
Faça as pessoas se sentirem importantes
“Há grandes homens que fazem com que
todos se sintam pequenos.
Mas o verdadeiro grande homem
é aquele que faz com que todos se sintam grandes”.
Gilbert Keith Chestenton
Para ser uma pessoa sedutora, faça com que todos se sintam grandes. Cumprimente, dê atenção e fale com as pessoas, não importa sua classe social, profissão, credo religioso, raça, etnia, preferência sexual ou aparência física. Mesmo que você seja o CEO de uma grande organização, cumprimente e fale com o porteiro do prédio, a copeira, o garçom, o operário e o contínuo. Demonstre que você se preocupa com eles. Faça com que todos se sintam importantes.
Tenha também o hábito de dizer: por favor, obrigado e agradecer as coisas que as outras pessoas lhe fazem, mesmo coisas que estão implícitas que sejam obrigações delas. Um agradecimento mostra gratidão e apreço pelo próximo. É interessante notar que temos a tendência de negligenciar esses pequenos e importantes mimos com as pessoas que nos são mais caras e com quem convivemos mais intimamente. Toda vez que uma pessoa querida lhe fizer um favor, agradeça. Toda vez que ela fizer por merecer, elogie. Vá registrando esses acontecimentos num caderno. Quando tiver dez registros positivos, escreva uma carta carinhosa para esta pessoa, cheia de elogios e agradecimentos, rememorando cada um desses fatos e dizendo por que você a ama tanto. Deixe a carta num lugar visível antes de sair para o trabalho. Depois nos conte os resultados...
Evite a tendência de querer aparecer demais, de demonstrar ser superior, de querer controlar tudo, de ser mais inteligente ou mais capaz que os outros. Essa demonstração explícita de conhecimento, poder e de autopromoção cria uma imagem de ser uma pessoa megalomaníaca, egocêntrica, arrogante e insegura, com enorme necessidade de auto-afirmação, alem de ser extremamente antipática.
Ontem a noite assisti ao programa final de O Aprendiz II. Mais uma vez ficou patente a importância daquilo que Daniel Goleman chamou de inteligência emocional. Mais um fato real que comprova que o sucesso pessoal e profissional das pessoas que ocupam os cargos mais importantes nas organizações se deve, na maior parte, à sua habilidade em interagir, influenciar, convencer, dirigir e liderar pessoas, criando um ambiente onde todos se sintam bem e valorizados. Mais uma vez ficou comprovado que nem sempre o mais preparado tecnicamente, o que tem a melhor capacidade de realização é o que tem mais sucesso.
Tatiana foi a candidata que obteve os melhores resultados. Venceu todas as tarefas em que foi a líder. Impressiona a sua pró-atividade, a sua capacidade de passar por cima de tudo e de todos como um trator para atingir os seus objetivos. Porém, seu estilo de liderança deixava as pessoas com quem trabalhava constrangidas e ressentidas. Não criava a empatia e nem motivava as pessoas a darem o máximo de si. Na tarefa final, teve até participante que ela escolheu para sua equipe que estava torcendo para o outro líder ser o vencedor. Toda a capacidade de realização de Tatiana não foi o suficiente para torna-la vencedora. Venceu o candidato que não foi tão brilhante nos resultados quando foi líder. Venceu o Porcel que demonstrou possuir maior preocupação com as pessoas, uma pessoa bem humorada, com bastante carisma, que sabia tratar bem as pessoas, que delegava sem pressionar demais, que confiava e ouvia as pessoas, enfim, que fazia com que todos se sentissem grandes. Reflita bem sobre essas particularidades.
Lembre-se de que as pessoas vão gostar mais de você pelo seu bom senso em valorizar e fazer as pessoas se sentirem emocionalmente compreendidas e correspondidas em suas necessidades de reconhecimento e de auto-afirmação e não pela sua demonstração de conhecimento e de inteligência.
Faça um elogio sincero para você mesmo
Quando foi a última vez que você fez um elogio para você mesmo? Faz um bocado de tempo? Pois é... Se já é difícil elogiar os outros, imagino como é difícil elogiar a si próprio. Somente a você cabe mudar esse estado de coisas. A partir de agora, toda vez que você fizer algo de positivo, algo altruísta e do qual você se orgulhe, escolha fazer um elogio sincero para você mesmo, um elogio que venha do fundo do seu coração. Sua auto-estima vai lhe agradecer penhoradamente, lá do alto.
Êpa! Estava me esquecendo de passar a lição de casa. A partir de hoje, escolha fazer diariamente no mínimo dois elogios sinceros e verdadeiros. Aumente um elogio a mais a cada dia que passar, até chegar a no mínimo dez elogios diários. Se quiser, pode exceder a dosagem recomendada. Não há contra-indicação nem efeitos colaterais. Ao mesmo tempo, diminua o número de críticas que você faz diariamente, na mesma proporção. Daqui a trinta dias, conte-nos o que mudou em sua vida.
Obrigado pela sua paciência e sua atenção em ler mais este texto tão longo até o final, nesta era da comunicação instantânea. Ao faze-lo, você demonstra toda a sua grandeza de espírito, pois me faz sentir grande também. Agradeço de coração... todo muito utópico rs, mas tente e verá a grande mudança.
Mundo místico: Mundo místico: A missão de cada signo
Mundo místico: Mundo místico: A missão de cada signo: "Mundo místico: A missão de cada signo : 'A MISSÃO DE CADA SIGNO ....E então, naquela manha Deus compareceu ante suas doze crianças e em c..."
domingo, 8 de maio de 2011
Mundo místico: A missão de cada signo
Mundo místico: A missão de cada signo: "A MISSÃO DE CADA SIGNO ....E então, naquela manha Deus compareceu ante suas doze crianças e em cada uma delas plantou a semente da vida..."
A missão de cada signo
A MISSÃO DE CADA SIGNO
....E então, naquela manha Deus compareceu ante suas doze crianças e em cada uma delas plantou a semente da vida humana. Uma por uma, cada criança deu um passo à frente para receber o Dom e a função que lhe cabia.
ARIES, venha cá...
"Para ti, Aries, dou a primeira semente, para que tenhas a honra de
plantá-la. Para cada semente que plantares, mais outro milhão de sementes se multiplicará em suas mãos. Não terás tempo de ver a semente crescer, pois tudo o que plantares criará cada vez mais e mais para ser plantado. Tu serás o primeiro a penetrar o solo da mente humana levando Minha Idéia. Mas não cabe a ti alimentar e cuidar desta idéia, nem questioná-la. Tua vida é ação, e a única ação que te atribuo é a de dar o passo inicial para tornar os homens conscientes da Criação. Por este trabalho, Eu te concedo a virtude do Respeito por Si Mesmo."
E Aries, silenciosamente, voltou ao seu lugar
Principal Característica: individualidade, ação
Qualidade: coragem, sinceridade
Defeito: impulsividade e franqueza excessivas
TOURO, venha cá...
A ti Touro, Eu dou o poder de transformar a semente em substância.
Grande é a tua tarefa, requer paciência; pois tens que terminar tudo o
que foi começado, para que as sementes não sejam dispersadas pelo
vento. Não deves mudar de idéia no meio do caminho, nem depender dos outros para a execução do que te peço. Para isso, Eu te concedo o Dom
da Força. Trata de usá-la sabiamente!"
E Touro voltou ao seu lugar.
Principal Característica: estabilidade
Qualidade: lealdade, persistência
Defeito: teimosia, conservadorismo
GÊMEOS, venha cá...
"A ti, Gêmeos. Eu dou as perguntas sem respostas, para que possas levar
a todos um entendimento daquilo que o homem vê ao seu redor. Tu nunca saberás por que os homens falam ou escutam, mas em tua busca pela resposta encontrarás o Meu Dom reservado a ti: o Conhecimento."
E Gêmeos voltou ao seu lugar.
Principal Característica: movimento
Qualidade: adaptabilidade, versatilidade
Defeito: racionalidade excessiva, falta de comprometimento
CÂNCER, venha cá...
"A ti Câncer, atribuo a tarefa de ensinar aos homens a emoção. Minha
Idéia é que provoques neles risos e lágrimas, de modo que tudo o que
eles vejam e sintam desenvolva uma plenitude desde dentro. Para isso,
Eu te dou o Dom da Família, para que tua plenitude possa se multiplicar."
E Câncer voltou ao seu lugar.
Principal Característica: sentimento
Qualidade: empatia, sensibilidade
Defeito: possessividade, apego ao passado, flutuabilidade
LEÃO, venha cá...
"A ti Leão, atribuo a tarefa de exibir ao mundo Minha Criação em todo o seu esplendor. Mas deves Ter cuidado com o orgulho, e sempre lembrar que é Minha Criação, e não tua. Se o esqueceres, serás desprezado pelos homens.
Há muita alegria em teu trabalho; basta fazê-lo bem. Para isso Eu te
concedo o Dom da Honra."
E Leão voltou ao seu lugar.
Principal Característica: alegria
Qualidade: dignidade, generosidade, extroversão
Defeito: egocentrismo, autoritarismo, teimosia
VIRGEM, venha cá...
"A ti Virgem, peço que empreendas um exame de tudo o que os homens fizeram com Minha Criação. Terás que observar com perspicácia os caminhos que percorrem, e lembrá-los de seus erros, de modo que através de ti Minha
Criação possa ser aperfeiçoada. Para que assim o faças, Eu te concedo o Dom da Pureza."
E Virgem retornou ao seu lugar.
Principal Característica: a vontade de fazer sempre melhor
Qualidade: capricho, humildade, aperfeiçoamento constante
Defeito: criticismo, meticulosidade excessiva, mania de perfeição
LIBRA, venha cá...
"A ti Libra, dou a missão de servir, para que o homem esteja ciente dos
seus deveres para com os outros; para que ele possa aprender a cooperação, assim como a habilidade de refletir o outro lado de suas ações. Hei de te levar onde quer que haja discórdia, e por teus esforços
te concederei o Dom do Amor."
E Libra voltou ao seu lugar.
Principal Característica: a busca do outro, a sociabilidade
Qualidade: diplomacia, elegância, simpatia, bom senso
Defeito: hesitação, necessidade de agradar, dificuldade com conflitos
ESCORPIÃO, venha cá...
"A ti Escorpião, darei uma tarefa muito difícil. Terás a habilidade de
conhecer a mente dos homens, mas não te darei a permissão de falar
sobre o que aprenderes. Muitas vezes te sentirás ferido por aquilo que
vês, em tua dor te voltarás contra Mim, esquecendo que não sou Eu, mas a perversão de Minha Idéia, o que te faz sofrer. Verás tanto e tanto do homem enquanto animal, e lutarás tanto com os instintos em ti mesmo,
que perderás o teu caminho; mas quando finalmente voltares, terei para ti o Dom supremo da Finalidade."
E Escorpião retornou ao seu lugar.
Principal Característica: a profundidade
Qualidade: conhecimento do ser humano
Defeito: intensidade excessiva
SAGITÁRIO, venha cá...
"A ti Sagitário, Eu peço que faças os homens rirem, pois entre as
distorções da Minha Idéia eles se tornam amargos. Através do riso darás
ao homem a esperança, e por ela voltarás seus olhos novamente para Mim.
Chegarás a Ter muitas vidas, ainda que só por um momento; e em cada vida que atingires, conhecereis a inquietação. A ti Sagitário, darei o Dom da Infinita Abundância, para que te possas expandir o bastante até atingir cada recanto onde haja escuridão, e levar aí a luz."
E Sagitário retornou ao seu lugar.
Principal Característica: a expansividade
Qualidade: o otimismo
Defeito: a arrogância
CAPRICÓRNIO, venha cá...
"A ti Capricórnio, quero o suor da tua fronte, para que possas ensinar aos homens o trabalho. Não é fácil tua tarefa, pois sentirás todo o labor dos homens sobre teus ombros; mas pelo jugo de tua carga, te concedo o
Dom da Responsabilidade."
E Capricórnio voltou ao seu lugar.
Principal Característica: a persistência
Qualidade: disciplina
Defeito: rigidez
AQUÁRIO, venha cá...
"A ti Aquário, dou o conceito de futuro, para que através de ti o homem
possa ver outras possibilidades. Terás a dor da solidão, pois não te
permito personalizar o meu amor. Para que possas voltar os olhares humanos em direção a novas possibilidades, Eu te concedo o Dom da Liberdade, de modo que, livre, possas continuar a servir a humanidade onde quer que ela esteja."
E Aquário retornou ao seu lugar.
Principal Característica: a originalidade
Qualidade: o humanismo
Defeito: o radicalismo
PEIXES, venha cá...
"A ti Peixes, não foi a toa que te deixei por ultimo, pois te dou a mais difícil de todas as tarefas. Peço-te que reunas todas as tristezas dos homens e as tragas de volta para Mim. Tuas lágrimas serão, no fundo, minhas lágrimas. A tristeza e o padecimento que terás de absorver são os efeitos das distorções impostas pelo homem à Minha Idéia, mas cabe a ti levar até ele a compaixão, para que possa tentar de novo.
Serás tua a missão de amparar e encorajar a todos teus irmãos, fazendo-os acreditar que eles são capazes, e sempre podem tentar novamente.
Por esta tarefa, Eu te concedo o Dom mais alto de todos: tu serás o único de Meus doze filhos que me Compreenderás. Mas este Dom do Entendimento é só para ti, Peixes, pois quando tentares difundi-lo entre os homens eles seguirão e poucos te escutarão."
E entre todos, Peixes, foi o único que retornou ao seu lugar sorrindo carinhosamente para cada um dos seus onze irmãos, sabendo que cada um deles agora tinha se tornado parte da vida dele. Naquele momento ele já amava a cada um deles profundamente. E agradeceu a Deus tanta honra por missão tão difícil...
Principal Característica: a sensibilidade.
Qualidade: a doação nas amizades e perante a vida
Defeito: tendência a fuga quando sofre.
Então Deus completou:
"Cada um de vós é perfeito, mas não
compreendereis isto até que vós doze sejais UM Agora vão!"
E as doze crianças foram embora executar sua tarefa da melhor maneira...
sábado, 7 de maio de 2011
O sexo de cada signo, dicas quentes
aries
Como o Carneiro tem disposição de sobra para o sexo,
procura uma pessoa que seja ardente e ousada.
Para lhe agradar, o melhor é entrar no clima e realizar as
suas vontades e fantasias.Os pontos eróticos são a
Cabeça e o Pescoço. Lugares para o sexo:
adora locais ousados,que tornam o sexo mais emocionante,
como elevadores ou locais públicos.
touro
Ele é um expert em preliminares e costuma levar o
seu parceiro(a) ao delírio com beijos ardentes..
Para este signo, o sexo tem de acontecer naturalmente.
Além disso,tem a preocupação de oferecer prazer.
Os seus pontos eróticos são os Ombros e o Pescoço.
Lugares para o sexo: Os luxuosos e
requintados são os que mais fazem a cabeça deste signo.
gêmeos
Criativo , o geminiano adora um clima exótico na
hora do sexo . Monotonia passa longe deste signo
e cada dia precisa de ter um sabor diferente do outro,
odeia rotina no sexo. Pontos eróticos: Mãos e Braços.
Lugares para o sexo: Para Gémeos, os locais pouco
convencionais, como uma praia deserta
e o campo, são os melhores.
câncer
Este é super atencioso e costuma cobrir o seu
parceiro(a) de carinhos na hora do sexo.
Não curte sexo só por atracção física,
precisa de ter algum sentimento pela pessoa.
O Peito e as Axilas são os seus pontos eróticos.
Lugares para o sexo: Curte locais seguros e convencionais,
mas às vezes, topa arriscar-se às margens de uma lagoa.
leão
Para o Leonino, a sintonia sexual é muito importante.
Tem vigor e disposição e, se está com uma pessoa
que o acompanhe o seu , pega fogo na cama.
Para ele é muito importante se entregar totalmente
e explorar as fantasias. Os seus pontos eróticos são
as Costas, os Olhos e os Órgãos genitais.
Lugares para sexo : Não costuma importar-se muito com
isso, mas a preferência é por locais exóticos
Este é super atencioso e costuma cobrir o seu
parceiro(a) de carinhos na hora do sexo.
Não curte sexo só por atracção física,
precisa de ter algum sentimento pela pessoa.
virgem
O Virginiano gosta de fazer sexo sem pressa,
deixando as coisas acontecerem . É muito vaidoso
e mostra-se sempre preocupado com o conforto do
parceiro(a). O único probleminha é a timidez na cama.
Os seus pontos eróticos são o Umbigo e a Virilha.
Lugares para sexo: prefere locais limpos e organizados
para ter prazer. Um banho a dois pode ser ideal.
libra
Este é muito mais preocupado com a qualidade do
que com a quantidade. As preliminares são fundamentais
e não dispensa carinhos e palavras suaves. As
Nádegas e a região Lombar são os pontos eróticos.
Lugares para sexo : Um jantar à luz de velas,
com música lenta de fundo podem dar origem a uma grande
noite de amor.
escorpião
Muito atraente, este signo é sensual e ardente
na hora H. É sempre um vulcão prestes a explodir de prazer.
Se quiser deixa-lo louco, abuse dos carinhos na
Nuca e Órgãos Genitais , pois são os seus pontos eróticos.
Lugares para sexo: Locais proibidos e misteriosos fazem
trepálo paredes na hora do sexo . Elevadores e Prédios
abandonados deixam os seus desejos à flor da pele.
sagitário
A regra no sexo para este signo é : pura
adrenalina sempre . Um dia não pode ser igual ao outro,
aventura e emoção fazem parte de todos os sectores da
vida dele. Coxas, Pernas e Ancas são os seus pontos
eróticos. Lugares para sexo: Uma praia,
a cobertura de um prédio ou um campo
são os locais ideais para liberar os seus desejos.
capricórnio
Adora tomar a iniciativa e costuma cobrir a
pessoa amada de carinhos e atenção.
Não é muito chegado a inovações e ideias exóticas na hora
do sexo, mas a sua sensualidade chega a surpreender em
certos momentos. Os seus pontos eróticos são:
Boca, Joelhos, e Costas. Lugares para sexo:
Prefere locais reservados, como a sua própria
casa ou um motel bem discreto.
aquárioNos momentos de intimidade, o Aquariano coloca
para fora as mais estranhas fantasias sexuais
A sintonia mental e espiritual é importante para
este signo, que tem como pontos eróticos os Pés, os
Tornozelos e as Pernas. Lugures para sexo:
É imprevisível na hora de escolher um local para fazer
amor, o importante para o aquariano é curtir as mais
diferentes sensações.
peixes
Ele é puro carinho na hora do sexo dar e
receber muitos cafunés e palavras doces.
É um óptimo amante e deixa o seu parceiro
(a) nas nuvens. Os seus desejos são estimulados pela energia
incrível que possui. Não gosta de rotina e
os Pés e as Costas são os seus pontos eróticos mais sensíveis.
Lugares para sexo : Para ele um quarto decorado com
toques místicos pode ser o ideal para curtir o prazer
Anjos existem!?
O mundo invisível é constantemente descrito na bíblia como algo constantemente presente em nosso meio, não como uma realidade distante, mas como algo presente entre nós. Os anjos não estão apenas ocasionalmente presentes na Bíblia; eles estão constantemente presentes! O termo “anjo” ocorre mais de 250 vezes nas páginas da revelação eterna de Deus das Escrituras, não apenas descrevendo o que ele têm feito mas também mostrando as coisas que eles fazem em nosso dia-a-dia, além do que têm feito no passado.
“Não são, porventura, todos eles espíritos ministradores, enviado para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?” Hb 1.14
A resposta da Bíblia é “Sim”, isto significa que o seu ministério aplica-se a nós – Hoje!
Para quê preocuparmo-nos com a morte? A vida tem tantos problemas que temos de resolver primeiro. Confúcio
Muitas situações na vida nos trazem a sensação de um mal irreparável, geralmente envolvendo perdas ou grandes mudanças: doenças, morte de alguém, mudança de cidade, de emprego, de condição social, separação, perda de um sonho ou ideal e outras. As situações mais dolorosas referem-se à perda de um ente querido.
As pessoas ficam com a sensação de terem sido roubadas em algo a que tinham direito. Passam por um processo doloroso que envolve sofrimento, medo, revolta, raiva, culpa, depressão, isolamento, desinteresse pelas atividades costumeiras ou excesso de atividades (fuga); apresentam sintomas físicos e psicológicos de estresse, podendo até vir a adoecer.
O tempo requerido para o "luto" (fase de maior sofrimento) e a maneira de vivê-lo depende muito das circunstâncias da perda, o significado desta para a pessoa, seu modo particular de lidar com situações de crise, apoio disponível no seu meio familiar e social, como a comunidade onde vive encara esta perda, suas próprias crenças e outros aspectos.
A recuperação de uma perda significativa leva de alguns meses a dois anos e, mesmo aí, alguns aspectos podem continuar não muito bem resolvidos.
Mas, além da tristeza, as situações dolorosas podem fazer com que descubramos em nós mesmos forças antes desconhecidas, faz com que repensemos nossas vidas e nossos valores, passando a perceber o que realmente é importante e o que é supérfluo, e podem nos transformar em pessoas mais ricas espiritual e emocionalmente.
Apesar das pessoas sentirem e reagirem diferentemente, existem pontos em comum nas situações de perda, quando geralmente passam por fases semelhantes. Quando descobrem que estão com uma doença grave ou isto acontece com uma pessoa muito próxima, a morte inesperada de alguém que amam, ou com quase todos os outros tipos de perda, primeiro passam pelo estágio de choque e negação, não querendo acreditar na realidade. Depois vem a fase da raiva, revolta (contra tudo, todos e até contra Deus) e muita mágoa. Mais tarde passam a negociar com Deus e com a vida, tentando fazer trocas e promessas; depois ficam deprimidos, perguntando-se "por que eu?", "por que ele (ou ela)?" ou "por que comigo (ou conosco)?". A seguir a tendência é retraírem-se por algum tempo, afastando-se dos outros, enquanto buscam alcançar um estado de entendimento, paz, de aceitar aquilo que não pode ser mudado. (E. Kubler-Ross). Muitos param em determinada fase e não vão adiante na superação da perda que já aconteceu ou, no caso de doença, irá ocorrer; alguns pulam de uma fase para outra, podendo retornar a fases anteriores; outros caminham para a superação. Isto vai depender muito do suporte que recebem do meio, dos amigos, de terapeutas ou orientadores; do entendimento que têm sobre a vida e sua finalidade, de suas crenças filosóficas e/ ou religiosas e outros aspectos.
A Dra Ross estudou também 20 mil casos de pessoas de várias culturas que passaram por experiências de quase morte (EQM), e notou muita semelhança no que percebem naqueles momentos de "morte", as vivências e sensações são agradáveis e os pacientes percebem que na realidade a morte não existe, é uma passagem para um plano de vida diferente, como a borboleta que deixa o casulo. Se começarmos a ver a vida de maneira diferente, com maior entendimento, veremos que a morte jamais deve representar sofrimento, mas uma continuação da vida e da evolução.
Seguem-se algumas sugestões que podem ajudar nesta fase difícil:
1 - Fale sobre sua perda e sua dor
Nos primeiros meses muitos têm esta necessidade, deixe que os outros saibam que este assunto não deve ser evitado e que lhe faz bem falar sobre isto, abrir-se com alguém de confiança, ajuda no entendimento e na aceitação. Quando os amigos entendem o processo, percebem que ouvindo e compartilhando o sofrimento, estão ajudando; e você vai se sentir melhor desabafando. Entretanto, em algumas situações, ou com algumas pessoas, quando não quiser falar sobre o assunto, também diga isto claramente.
2 - Enfrente o sentimento de culpa
Quando se perde alguém importante é difícil sentir que se fez o bastante. Discutir este sentimento com alguém compreensivo e de confiança vai ajudar a distinguir a culpa real e irreal e, aos poucos, esta começa a diminuir. Não pode se sentir responsável por não prever os acontecimentos, ou culpa como se tivesse tido a intenção de prejudicar alguém. Além do mais, temos que aceitar a realidade de que ninguém é perfeito, fazemos o possível de acordo com nossa capacidade.
3 - Trabalhe os sentimentos de raiva e revolta
Estes sentimentos existem em face de uma grande perda; é importante percebê-los e expressar os sentimentos de raiva e amargura. Não adianta negá-los ou envergonhar-se deles, são normais e irão desaparecendo com o tempo e a aceitação do fato.
4 - Idealização
Há uma fase em que a pessoa pensa em suas falhas como pai, mãe, filho, cônjuge, irmão, namorado ou amigo... e vê a pessoa que se foi como um ser perfeito. Com o tempo, começará a vê-la como um ser humano real, com suas qualidades e defeitos, assim como todos nós.
5 - Não se isole
Mesmo que não se sinta à vontade para compartilhar seu sofrimento e prefira ficar sozinho, precisa buscar a companhia de outras pessoas. Amigos e familiares que o estimem podem ajudar muito. Não se esqueça que não está só; muitos o estimam, querem lhe dar amor e conforto, assim como precisam do seu amor e atenção. Isto consola, renova suas forças e ajuda na construção de novos objetivos e, com o tempo, a recuperar a alegria de viver. Estas pessoas podem fazer muito por você e você por elas.
6 - Mudança de valores
Diante da morte ou de uma grande perda, a pessoa tende a repensar seus valores, a reavaliar seus objetivos de vida; deixar de lado coisas que anteriormente valorizava e que agora percebe que são insignificantes e/ou fúteis, e a valorizar aspectos que percebe serem realmente mais importantes. Muitas vezes implementa mudanças positivas na sua maneira de ser e de viver, tornando-se menos preocupada com o ter e mais com o SER, evoluindo moral, emocional e Espiritualmente.
7 - "Nunca mais serei o mesmo"...
É freqüente haver um grande sofrimento neste pensamento que pode ser real, mas isto não significa que nunca mais possa ser feliz. Embora esta idéia possa parecer inaceitável no período do sofrimento, as transformações podem nos enriquecer. Geralmente é isto que acontece, quando a pessoa aceita trabalhar e superar a fase de mágoa e revolta, decidindo que pode e deve viver o melhor possível.
8 - Evite decisões importantes ou grandes mudanças
O primeiro ano após a perda, geralmente não é um período adequado para tomar decisões importantes ou fazer grandes mudanças, a menos que as circunstâncias o exijam. Uma pessoa amargurada tem a capacidade de julgamento diminuída. Se algumas mudanças forem necessárias e inadiáveis, peça a ajuda de alguém competente e não envolvido emocionalmente com os problemas.
9 - Reserve períodos e local para lembranças
Não fique o tempo todo pensando e vendo objetos da pessoa que se foi. Coloque alguns pertences dela numa caixa ou armário, não os deixe espalhados. Tente reservar algum período específico do dia (no início), da semana ou do mês, para pensar na pessoa e no seu luto, quando também poderá rever os objetos. Evite fazer isto o resto do tempo, pois nada de bom e útil se consegue com a tristeza contínua. Para algumas pessoas isto não é fácil de conseguir, mas é necessário à sobrevivência e recuperação.
10 - Prevendo dias e datas difíceis
É útil saber que vai sentir-se mais triste, solitário e infeliz em certos dias e datas do que em outros, isto mesmo após já ter-se passado algum tempo e com a vida mais estabilizada. Estes dias especiais geralmente envolvem datas de aniversário, Natal, passagem de ano, Páscoa e outros, onde a falta da pessoa se faz mais presente. Planeje passá-los com amigos ou familiares, pois é provável que fique mais triste, choroso e deprimido que em outras ocasiões. Não se isole, é bom que esteja em companhia de pessoas que o estimem.
11 - A crença de que a vida transcende nossa estada na terra e num Ser Superior
Desde a antigüidade, a maioria dos povos de todas as regiões do globo, com culturas e religiões diferentes, acredita na imortalidade da alma ou espírito e na existência de um Deus ou "Algo Superior". Isto é quase que uma intuição que trazemos desde o nascimento. Um Ser com Amor Incondicional e Sabedoria, perfeito e justo, não castiga as pessoas, mas sempre quer o seu bem, sua evolução, mesmo que muitos de nós ainda não tenhamos a capacidade para entender o porquê de muitos acontecimentos. Hoje, mais do que nunca, temos tido provas da imortalidade do espírito e de que tudo na vida tem um propósito positivo, que nada acontece por acaso. Mesmo que não sejamos religiosos, esta crença traz consolo. Pensar que a pessoa não acabou, mas apenas deixou seu corpo e transferiu-se para um tipo de vida diferente, em outro plano, faz com que as pessoas sintam-se melhor diante da perda; e significará que a separação é temporária, não definitiva.
12 - Culpa por sentir-se bem
É comum as pessoas não se permitirem alegria após uma grande perda, não aceitando convites de amigos, ou evitando atividades agradáveis. Não lute para continuar sendo ou parecendo infeliz. Perceba que sentir-se contente, ter novos objetivos, não é deslealdade nem significa que não ama ou está esquecendo o ente querido. Conseguir prazer em algo significa que está trazendo um pouco de alívio ao seu sofrimento; retomando ou recomeçando a construir sua vida. Além disso, se a pessoa que se foi o estima, com certeza gostaria de vê-lo bem e não sofrendo, preferiria vê-lo contente e isto lhe daria mais tranqüilidade. Procure investir em seu bem estar, engajando-se em atividades produtivas e que lhe são agradáveis, e poderá tornar sua vida melhor ainda do que antes, se aprendeu algo com o acontecido, se cresceu com o sofrimento e compreensão do que é realmente mais importante na vida.
13 - Reajuste-se à vida e ao trabalho
Tirar alguns dias ou semanas para reequilibrar-se e, depois, uma folga ocasional, quando necessário, é perfeitamente normal. Mas as atividades devem ser retomadas assim que for possível, pois são importantes no processo de recuperação. Seja paciente consigo mesmo, porque nos primeiros meses sua capacidade física e mental podem não ser as mesmas. Deve diminuir sua carga horária ou o número de atividades, se sentir que é excessiva; mas a inatividade prolongada faz as pessoas repetirem ou prolongarem a fase depressiva sem nenhum benefício. Com o tempo poderá também perceber que é importante utilizar um pouco da sua energia em uma atividade que possa ajudar outras pessoas e/ou instituições, saindo um pouco de seu pequeno mundo e percebendo a importância e bem estar que traz ajudar ao próximo, de conseguir tornar outros um pouco mais felizes e menos carentes física e psicologicamente.
14 - Liberte-se de expectativas irreais
Acreditar que a vida deveria ser diferente, não envolvendo escolhas dolorosas, sofrimentos e perdas é irreal e só traz revolta, o que só prejudica. Tornando nossas expectativas quanto a nós mesmos, aos outros e à vida mais realistas, fica mais difícil nos frustrarmos e mais fácil nos adaptarmos. Ninguém passa por situações que não mereça por puro acaso; nem enfrenta uma carga maior do que a que tenha capacidade para carregar. Saber que não vivemos num mundo desorganizado pois existem leis universais, que "nada acontece por acaso" e tudo tem uma razão de ser justa e produtiva, nos leva a encarar os acontecimentos (com relação a nós e aos outros envolvidos), mesmo os mais difíceis, como oportunidades de aprendizagem e crescimento.
15 - Integrando a perda
As pessoas não "têm" que ser "vítimas", qualquer que seja a perda, por pior que tenha sido. Situações de muito sofrimento podem ser transformadas em aprendizado. É preciso deixar de lado as perguntas centradas no passado (que é imutável) e no sofrimento ("Por que isso aconteceu comigo"?) e começar a fazer perguntas que abrem as portas para o futuro: "Agora que isto aconteceu o que posso e devo fazer? O que posso aprender com isto? O que posso fazer para Ser e sentir-me melhor?". Geralmente quando chegamos na fase da aceitação, atingimos a compreensão e crescemos com a experiência, a dor se vai. Fica a saudade de uma pessoa com a qual convivemos e que nos proporcionou bons momentos e ensinamentos, tanto com suas qualidades, como com seus defeitos; com a qual compartilhamos uma parte de nossa vida. Só se tem saudade de algo que foi bom ou nos trouxe algo de positivo. Deve ser mais triste não ter de quem sentir saudade, seja de uma pessoa deste ou de outro plano.
16 - Pesar excessivamente longo
Quando um sofrimento excessivo consome alguém por mais de um ano, geralmente o problema principal não é a perda em si, mas algum outro aspecto que precisa ser entendido. Muitas vezes isto ocorre quando havia uma dependência excessiva em relação à pessoa que se foi, quando a culpa por algum motivo é um componente muito forte na situação, problemas emocionais pessoais ativados ou reforçados pela perda ou outras razões significativas. Amigos, conselheiros ou um psicólogo podem ser necessários neste caso.
17 - Procure ajuda profissional, se necessário
A maioria dos que procuram ajuda de psicoterapeuta não são doentes mentais, são pessoas comuns enfrentando problemas, passando por uma crise e muitas delas sofrendo uma perda. Um profissional da área é alguém com quem você pode dividir seu sofrimento, sua revolta, seu medo, suas lembranças dolorosas, sua culpa e seus conflitos; que pode compreendê-lo e ajudá-lo. As sessões de terapia podem ajudá-lo também a tomar decisões práticas que o farão sentir-se melhor. Você pode precisar de apenas algumas sessões, muitos meses para superar a fase mais difícil, ou mais tempo; tudo vai depender do significado individual da perda, da maneira como reage às crises e à terapia.
No início do pesar, uma das formas mais comuns de manifestar o sofrimento é resistir a crescer com ele. A vida pode ser prejudicada ou fortalecida por uma perda. Ninguém permanece o mesmo. Cada situação é única e só a própria pessoa pode buscar e encontrar respostas relativas ao "outro eu" e à outra vida que vão emergir.
Cada pessoa decide se vai ou não crescer com essa experiência dolorosa, e quando.
Muitas situações na vida nos trazem a sensação de um mal irreparável, geralmente envolvendo perdas ou grandes mudanças: doenças, morte de alguém, mudança de cidade, de emprego, de condição social, separação, perda de um sonho ou ideal e outras. As situações mais dolorosas referem-se à perda de um ente querido.
As pessoas ficam com a sensação de terem sido roubadas em algo a que tinham direito. Passam por um processo doloroso que envolve sofrimento, medo, revolta, raiva, culpa, depressão, isolamento, desinteresse pelas atividades costumeiras ou excesso de atividades (fuga); apresentam sintomas físicos e psicológicos de estresse, podendo até vir a adoecer.
O tempo requerido para o "luto" (fase de maior sofrimento) e a maneira de vivê-lo depende muito das circunstâncias da perda, o significado desta para a pessoa, seu modo particular de lidar com situações de crise, apoio disponível no seu meio familiar e social, como a comunidade onde vive encara esta perda, suas próprias crenças e outros aspectos.
A recuperação de uma perda significativa leva de alguns meses a dois anos e, mesmo aí, alguns aspectos podem continuar não muito bem resolvidos.
Mas, além da tristeza, as situações dolorosas podem fazer com que descubramos em nós mesmos forças antes desconhecidas, faz com que repensemos nossas vidas e nossos valores, passando a perceber o que realmente é importante e o que é supérfluo, e podem nos transformar em pessoas mais ricas espiritual e emocionalmente.
Apesar das pessoas sentirem e reagirem diferentemente, existem pontos em comum nas situações de perda, quando geralmente passam por fases semelhantes. Quando descobrem que estão com uma doença grave ou isto acontece com uma pessoa muito próxima, a morte inesperada de alguém que amam, ou com quase todos os outros tipos de perda, primeiro passam pelo estágio de choque e negação, não querendo acreditar na realidade. Depois vem a fase da raiva, revolta (contra tudo, todos e até contra Deus) e muita mágoa. Mais tarde passam a negociar com Deus e com a vida, tentando fazer trocas e promessas; depois ficam deprimidos, perguntando-se "por que eu?", "por que ele (ou ela)?" ou "por que comigo (ou conosco)?". A seguir a tendência é retraírem-se por algum tempo, afastando-se dos outros, enquanto buscam alcançar um estado de entendimento, paz, de aceitar aquilo que não pode ser mudado. (E. Kubler-Ross). Muitos param em determinada fase e não vão adiante na superação da perda que já aconteceu ou, no caso de doença, irá ocorrer; alguns pulam de uma fase para outra, podendo retornar a fases anteriores; outros caminham para a superação. Isto vai depender muito do suporte que recebem do meio, dos amigos, de terapeutas ou orientadores; do entendimento que têm sobre a vida e sua finalidade, de suas crenças filosóficas e/ ou religiosas e outros aspectos.
A Dra Ross estudou também 20 mil casos de pessoas de várias culturas que passaram por experiências de quase morte (EQM), e notou muita semelhança no que percebem naqueles momentos de "morte", as vivências e sensações são agradáveis e os pacientes percebem que na realidade a morte não existe, é uma passagem para um plano de vida diferente, como a borboleta que deixa o casulo. Se começarmos a ver a vida de maneira diferente, com maior entendimento, veremos que a morte jamais deve representar sofrimento, mas uma continuação da vida e da evolução.
Seguem-se algumas sugestões que podem ajudar nesta fase difícil:
1 - Fale sobre sua perda e sua dor
Nos primeiros meses muitos têm esta necessidade, deixe que os outros saibam que este assunto não deve ser evitado e que lhe faz bem falar sobre isto, abrir-se com alguém de confiança, ajuda no entendimento e na aceitação. Quando os amigos entendem o processo, percebem que ouvindo e compartilhando o sofrimento, estão ajudando; e você vai se sentir melhor desabafando. Entretanto, em algumas situações, ou com algumas pessoas, quando não quiser falar sobre o assunto, também diga isto claramente.
2 - Enfrente o sentimento de culpa
Quando se perde alguém importante é difícil sentir que se fez o bastante. Discutir este sentimento com alguém compreensivo e de confiança vai ajudar a distinguir a culpa real e irreal e, aos poucos, esta começa a diminuir. Não pode se sentir responsável por não prever os acontecimentos, ou culpa como se tivesse tido a intenção de prejudicar alguém. Além do mais, temos que aceitar a realidade de que ninguém é perfeito, fazemos o possível de acordo com nossa capacidade.
3 - Trabalhe os sentimentos de raiva e revolta
Estes sentimentos existem em face de uma grande perda; é importante percebê-los e expressar os sentimentos de raiva e amargura. Não adianta negá-los ou envergonhar-se deles, são normais e irão desaparecendo com o tempo e a aceitação do fato.
4 - Idealização
Há uma fase em que a pessoa pensa em suas falhas como pai, mãe, filho, cônjuge, irmão, namorado ou amigo... e vê a pessoa que se foi como um ser perfeito. Com o tempo, começará a vê-la como um ser humano real, com suas qualidades e defeitos, assim como todos nós.
5 - Não se isole
Mesmo que não se sinta à vontade para compartilhar seu sofrimento e prefira ficar sozinho, precisa buscar a companhia de outras pessoas. Amigos e familiares que o estimem podem ajudar muito. Não se esqueça que não está só; muitos o estimam, querem lhe dar amor e conforto, assim como precisam do seu amor e atenção. Isto consola, renova suas forças e ajuda na construção de novos objetivos e, com o tempo, a recuperar a alegria de viver. Estas pessoas podem fazer muito por você e você por elas.
6 - Mudança de valores
Diante da morte ou de uma grande perda, a pessoa tende a repensar seus valores, a reavaliar seus objetivos de vida; deixar de lado coisas que anteriormente valorizava e que agora percebe que são insignificantes e/ou fúteis, e a valorizar aspectos que percebe serem realmente mais importantes. Muitas vezes implementa mudanças positivas na sua maneira de ser e de viver, tornando-se menos preocupada com o ter e mais com o SER, evoluindo moral, emocional e Espiritualmente.
7 - "Nunca mais serei o mesmo"...
É freqüente haver um grande sofrimento neste pensamento que pode ser real, mas isto não significa que nunca mais possa ser feliz. Embora esta idéia possa parecer inaceitável no período do sofrimento, as transformações podem nos enriquecer. Geralmente é isto que acontece, quando a pessoa aceita trabalhar e superar a fase de mágoa e revolta, decidindo que pode e deve viver o melhor possível.
8 - Evite decisões importantes ou grandes mudanças
O primeiro ano após a perda, geralmente não é um período adequado para tomar decisões importantes ou fazer grandes mudanças, a menos que as circunstâncias o exijam. Uma pessoa amargurada tem a capacidade de julgamento diminuída. Se algumas mudanças forem necessárias e inadiáveis, peça a ajuda de alguém competente e não envolvido emocionalmente com os problemas.
9 - Reserve períodos e local para lembranças
Não fique o tempo todo pensando e vendo objetos da pessoa que se foi. Coloque alguns pertences dela numa caixa ou armário, não os deixe espalhados. Tente reservar algum período específico do dia (no início), da semana ou do mês, para pensar na pessoa e no seu luto, quando também poderá rever os objetos. Evite fazer isto o resto do tempo, pois nada de bom e útil se consegue com a tristeza contínua. Para algumas pessoas isto não é fácil de conseguir, mas é necessário à sobrevivência e recuperação.
10 - Prevendo dias e datas difíceis
É útil saber que vai sentir-se mais triste, solitário e infeliz em certos dias e datas do que em outros, isto mesmo após já ter-se passado algum tempo e com a vida mais estabilizada. Estes dias especiais geralmente envolvem datas de aniversário, Natal, passagem de ano, Páscoa e outros, onde a falta da pessoa se faz mais presente. Planeje passá-los com amigos ou familiares, pois é provável que fique mais triste, choroso e deprimido que em outras ocasiões. Não se isole, é bom que esteja em companhia de pessoas que o estimem.
11 - A crença de que a vida transcende nossa estada na terra e num Ser Superior
Desde a antigüidade, a maioria dos povos de todas as regiões do globo, com culturas e religiões diferentes, acredita na imortalidade da alma ou espírito e na existência de um Deus ou "Algo Superior". Isto é quase que uma intuição que trazemos desde o nascimento. Um Ser com Amor Incondicional e Sabedoria, perfeito e justo, não castiga as pessoas, mas sempre quer o seu bem, sua evolução, mesmo que muitos de nós ainda não tenhamos a capacidade para entender o porquê de muitos acontecimentos. Hoje, mais do que nunca, temos tido provas da imortalidade do espírito e de que tudo na vida tem um propósito positivo, que nada acontece por acaso. Mesmo que não sejamos religiosos, esta crença traz consolo. Pensar que a pessoa não acabou, mas apenas deixou seu corpo e transferiu-se para um tipo de vida diferente, em outro plano, faz com que as pessoas sintam-se melhor diante da perda; e significará que a separação é temporária, não definitiva.
12 - Culpa por sentir-se bem
É comum as pessoas não se permitirem alegria após uma grande perda, não aceitando convites de amigos, ou evitando atividades agradáveis. Não lute para continuar sendo ou parecendo infeliz. Perceba que sentir-se contente, ter novos objetivos, não é deslealdade nem significa que não ama ou está esquecendo o ente querido. Conseguir prazer em algo significa que está trazendo um pouco de alívio ao seu sofrimento; retomando ou recomeçando a construir sua vida. Além disso, se a pessoa que se foi o estima, com certeza gostaria de vê-lo bem e não sofrendo, preferiria vê-lo contente e isto lhe daria mais tranqüilidade. Procure investir em seu bem estar, engajando-se em atividades produtivas e que lhe são agradáveis, e poderá tornar sua vida melhor ainda do que antes, se aprendeu algo com o acontecido, se cresceu com o sofrimento e compreensão do que é realmente mais importante na vida.
13 - Reajuste-se à vida e ao trabalho
Tirar alguns dias ou semanas para reequilibrar-se e, depois, uma folga ocasional, quando necessário, é perfeitamente normal. Mas as atividades devem ser retomadas assim que for possível, pois são importantes no processo de recuperação. Seja paciente consigo mesmo, porque nos primeiros meses sua capacidade física e mental podem não ser as mesmas. Deve diminuir sua carga horária ou o número de atividades, se sentir que é excessiva; mas a inatividade prolongada faz as pessoas repetirem ou prolongarem a fase depressiva sem nenhum benefício. Com o tempo poderá também perceber que é importante utilizar um pouco da sua energia em uma atividade que possa ajudar outras pessoas e/ou instituições, saindo um pouco de seu pequeno mundo e percebendo a importância e bem estar que traz ajudar ao próximo, de conseguir tornar outros um pouco mais felizes e menos carentes física e psicologicamente.
14 - Liberte-se de expectativas irreais
Acreditar que a vida deveria ser diferente, não envolvendo escolhas dolorosas, sofrimentos e perdas é irreal e só traz revolta, o que só prejudica. Tornando nossas expectativas quanto a nós mesmos, aos outros e à vida mais realistas, fica mais difícil nos frustrarmos e mais fácil nos adaptarmos. Ninguém passa por situações que não mereça por puro acaso; nem enfrenta uma carga maior do que a que tenha capacidade para carregar. Saber que não vivemos num mundo desorganizado pois existem leis universais, que "nada acontece por acaso" e tudo tem uma razão de ser justa e produtiva, nos leva a encarar os acontecimentos (com relação a nós e aos outros envolvidos), mesmo os mais difíceis, como oportunidades de aprendizagem e crescimento.
15 - Integrando a perda
As pessoas não "têm" que ser "vítimas", qualquer que seja a perda, por pior que tenha sido. Situações de muito sofrimento podem ser transformadas em aprendizado. É preciso deixar de lado as perguntas centradas no passado (que é imutável) e no sofrimento ("Por que isso aconteceu comigo"?) e começar a fazer perguntas que abrem as portas para o futuro: "Agora que isto aconteceu o que posso e devo fazer? O que posso aprender com isto? O que posso fazer para Ser e sentir-me melhor?". Geralmente quando chegamos na fase da aceitação, atingimos a compreensão e crescemos com a experiência, a dor se vai. Fica a saudade de uma pessoa com a qual convivemos e que nos proporcionou bons momentos e ensinamentos, tanto com suas qualidades, como com seus defeitos; com a qual compartilhamos uma parte de nossa vida. Só se tem saudade de algo que foi bom ou nos trouxe algo de positivo. Deve ser mais triste não ter de quem sentir saudade, seja de uma pessoa deste ou de outro plano.
16 - Pesar excessivamente longo
Quando um sofrimento excessivo consome alguém por mais de um ano, geralmente o problema principal não é a perda em si, mas algum outro aspecto que precisa ser entendido. Muitas vezes isto ocorre quando havia uma dependência excessiva em relação à pessoa que se foi, quando a culpa por algum motivo é um componente muito forte na situação, problemas emocionais pessoais ativados ou reforçados pela perda ou outras razões significativas. Amigos, conselheiros ou um psicólogo podem ser necessários neste caso.
17 - Procure ajuda profissional, se necessário
A maioria dos que procuram ajuda de psicoterapeuta não são doentes mentais, são pessoas comuns enfrentando problemas, passando por uma crise e muitas delas sofrendo uma perda. Um profissional da área é alguém com quem você pode dividir seu sofrimento, sua revolta, seu medo, suas lembranças dolorosas, sua culpa e seus conflitos; que pode compreendê-lo e ajudá-lo. As sessões de terapia podem ajudá-lo também a tomar decisões práticas que o farão sentir-se melhor. Você pode precisar de apenas algumas sessões, muitos meses para superar a fase mais difícil, ou mais tempo; tudo vai depender do significado individual da perda, da maneira como reage às crises e à terapia.
No início do pesar, uma das formas mais comuns de manifestar o sofrimento é resistir a crescer com ele. A vida pode ser prejudicada ou fortalecida por uma perda. Ninguém permanece o mesmo. Cada situação é única e só a própria pessoa pode buscar e encontrar respostas relativas ao "outro eu" e à outra vida que vão emergir.
Cada pessoa decide se vai ou não crescer com essa experiência dolorosa, e quando.
Maria José Gomes da Silva Nery, Psicóloga Clínica - Campinas (SP)
E-mail: majonery@yahoo.com.br
As pessoas ficam com a sensação de terem sido roubadas em algo a que tinham direito. Passam por um processo doloroso que envolve sofrimento, medo, revolta, raiva, culpa, depressão, isolamento, desinteresse pelas atividades costumeiras ou excesso de atividades (fuga); apresentam sintomas físicos e psicológicos de estresse, podendo até vir a adoecer.
O tempo requerido para o "luto" (fase de maior sofrimento) e a maneira de vivê-lo depende muito das circunstâncias da perda, o significado desta para a pessoa, seu modo particular de lidar com situações de crise, apoio disponível no seu meio familiar e social, como a comunidade onde vive encara esta perda, suas próprias crenças e outros aspectos.
A recuperação de uma perda significativa leva de alguns meses a dois anos e, mesmo aí, alguns aspectos podem continuar não muito bem resolvidos.
Mas, além da tristeza, as situações dolorosas podem fazer com que descubramos em nós mesmos forças antes desconhecidas, faz com que repensemos nossas vidas e nossos valores, passando a perceber o que realmente é importante e o que é supérfluo, e podem nos transformar em pessoas mais ricas espiritual e emocionalmente.
Apesar das pessoas sentirem e reagirem diferentemente, existem pontos em comum nas situações de perda, quando geralmente passam por fases semelhantes. Quando descobrem que estão com uma doença grave ou isto acontece com uma pessoa muito próxima, a morte inesperada de alguém que amam, ou com quase todos os outros tipos de perda, primeiro passam pelo estágio de choque e negação, não querendo acreditar na realidade. Depois vem a fase da raiva, revolta (contra tudo, todos e até contra Deus) e muita mágoa. Mais tarde passam a negociar com Deus e com a vida, tentando fazer trocas e promessas; depois ficam deprimidos, perguntando-se "por que eu?", "por que ele (ou ela)?" ou "por que comigo (ou conosco)?". A seguir a tendência é retraírem-se por algum tempo, afastando-se dos outros, enquanto buscam alcançar um estado de entendimento, paz, de aceitar aquilo que não pode ser mudado. (E. Kubler-Ross). Muitos param em determinada fase e não vão adiante na superação da perda que já aconteceu ou, no caso de doença, irá ocorrer; alguns pulam de uma fase para outra, podendo retornar a fases anteriores; outros caminham para a superação. Isto vai depender muito do suporte que recebem do meio, dos amigos, de terapeutas ou orientadores; do entendimento que têm sobre a vida e sua finalidade, de suas crenças filosóficas e/ ou religiosas e outros aspectos.
A Dra Ross estudou também 20 mil casos de pessoas de várias culturas que passaram por experiências de quase morte (EQM), e notou muita semelhança no que percebem naqueles momentos de "morte", as vivências e sensações são agradáveis e os pacientes percebem que na realidade a morte não existe, é uma passagem para um plano de vida diferente, como a borboleta que deixa o casulo. Se começarmos a ver a vida de maneira diferente, com maior entendimento, veremos que a morte jamais deve representar sofrimento, mas uma continuação da vida e da evolução.
Seguem-se algumas sugestões que podem ajudar nesta fase difícil:
1 - Fale sobre sua perda e sua dor
Nos primeiros meses muitos têm esta necessidade, deixe que os outros saibam que este assunto não deve ser evitado e que lhe faz bem falar sobre isto, abrir-se com alguém de confiança, ajuda no entendimento e na aceitação. Quando os amigos entendem o processo, percebem que ouvindo e compartilhando o sofrimento, estão ajudando; e você vai se sentir melhor desabafando. Entretanto, em algumas situações, ou com algumas pessoas, quando não quiser falar sobre o assunto, também diga isto claramente.
2 - Enfrente o sentimento de culpa
Quando se perde alguém importante é difícil sentir que se fez o bastante. Discutir este sentimento com alguém compreensivo e de confiança vai ajudar a distinguir a culpa real e irreal e, aos poucos, esta começa a diminuir. Não pode se sentir responsável por não prever os acontecimentos, ou culpa como se tivesse tido a intenção de prejudicar alguém. Além do mais, temos que aceitar a realidade de que ninguém é perfeito, fazemos o possível de acordo com nossa capacidade.
3 - Trabalhe os sentimentos de raiva e revolta
Estes sentimentos existem em face de uma grande perda; é importante percebê-los e expressar os sentimentos de raiva e amargura. Não adianta negá-los ou envergonhar-se deles, são normais e irão desaparecendo com o tempo e a aceitação do fato.
4 - Idealização
Há uma fase em que a pessoa pensa em suas falhas como pai, mãe, filho, cônjuge, irmão, namorado ou amigo... e vê a pessoa que se foi como um ser perfeito. Com o tempo, começará a vê-la como um ser humano real, com suas qualidades e defeitos, assim como todos nós.
5 - Não se isole
Mesmo que não se sinta à vontade para compartilhar seu sofrimento e prefira ficar sozinho, precisa buscar a companhia de outras pessoas. Amigos e familiares que o estimem podem ajudar muito. Não se esqueça que não está só; muitos o estimam, querem lhe dar amor e conforto, assim como precisam do seu amor e atenção. Isto consola, renova suas forças e ajuda na construção de novos objetivos e, com o tempo, a recuperar a alegria de viver. Estas pessoas podem fazer muito por você e você por elas.
6 - Mudança de valores
Diante da morte ou de uma grande perda, a pessoa tende a repensar seus valores, a reavaliar seus objetivos de vida; deixar de lado coisas que anteriormente valorizava e que agora percebe que são insignificantes e/ou fúteis, e a valorizar aspectos que percebe serem realmente mais importantes. Muitas vezes implementa mudanças positivas na sua maneira de ser e de viver, tornando-se menos preocupada com o ter e mais com o SER, evoluindo moral, emocional e Espiritualmente.
7 - "Nunca mais serei o mesmo"...
É freqüente haver um grande sofrimento neste pensamento que pode ser real, mas isto não significa que nunca mais possa ser feliz. Embora esta idéia possa parecer inaceitável no período do sofrimento, as transformações podem nos enriquecer. Geralmente é isto que acontece, quando a pessoa aceita trabalhar e superar a fase de mágoa e revolta, decidindo que pode e deve viver o melhor possível.
8 - Evite decisões importantes ou grandes mudanças
O primeiro ano após a perda, geralmente não é um período adequado para tomar decisões importantes ou fazer grandes mudanças, a menos que as circunstâncias o exijam. Uma pessoa amargurada tem a capacidade de julgamento diminuída. Se algumas mudanças forem necessárias e inadiáveis, peça a ajuda de alguém competente e não envolvido emocionalmente com os problemas.
9 - Reserve períodos e local para lembranças
Não fique o tempo todo pensando e vendo objetos da pessoa que se foi. Coloque alguns pertences dela numa caixa ou armário, não os deixe espalhados. Tente reservar algum período específico do dia (no início), da semana ou do mês, para pensar na pessoa e no seu luto, quando também poderá rever os objetos. Evite fazer isto o resto do tempo, pois nada de bom e útil se consegue com a tristeza contínua. Para algumas pessoas isto não é fácil de conseguir, mas é necessário à sobrevivência e recuperação.
10 - Prevendo dias e datas difíceis
É útil saber que vai sentir-se mais triste, solitário e infeliz em certos dias e datas do que em outros, isto mesmo após já ter-se passado algum tempo e com a vida mais estabilizada. Estes dias especiais geralmente envolvem datas de aniversário, Natal, passagem de ano, Páscoa e outros, onde a falta da pessoa se faz mais presente. Planeje passá-los com amigos ou familiares, pois é provável que fique mais triste, choroso e deprimido que em outras ocasiões. Não se isole, é bom que esteja em companhia de pessoas que o estimem.
11 - A crença de que a vida transcende nossa estada na terra e num Ser Superior
Desde a antigüidade, a maioria dos povos de todas as regiões do globo, com culturas e religiões diferentes, acredita na imortalidade da alma ou espírito e na existência de um Deus ou "Algo Superior". Isto é quase que uma intuição que trazemos desde o nascimento. Um Ser com Amor Incondicional e Sabedoria, perfeito e justo, não castiga as pessoas, mas sempre quer o seu bem, sua evolução, mesmo que muitos de nós ainda não tenhamos a capacidade para entender o porquê de muitos acontecimentos. Hoje, mais do que nunca, temos tido provas da imortalidade do espírito e de que tudo na vida tem um propósito positivo, que nada acontece por acaso. Mesmo que não sejamos religiosos, esta crença traz consolo. Pensar que a pessoa não acabou, mas apenas deixou seu corpo e transferiu-se para um tipo de vida diferente, em outro plano, faz com que as pessoas sintam-se melhor diante da perda; e significará que a separação é temporária, não definitiva.
12 - Culpa por sentir-se bem
É comum as pessoas não se permitirem alegria após uma grande perda, não aceitando convites de amigos, ou evitando atividades agradáveis. Não lute para continuar sendo ou parecendo infeliz. Perceba que sentir-se contente, ter novos objetivos, não é deslealdade nem significa que não ama ou está esquecendo o ente querido. Conseguir prazer em algo significa que está trazendo um pouco de alívio ao seu sofrimento; retomando ou recomeçando a construir sua vida. Além disso, se a pessoa que se foi o estima, com certeza gostaria de vê-lo bem e não sofrendo, preferiria vê-lo contente e isto lhe daria mais tranqüilidade. Procure investir em seu bem estar, engajando-se em atividades produtivas e que lhe são agradáveis, e poderá tornar sua vida melhor ainda do que antes, se aprendeu algo com o acontecido, se cresceu com o sofrimento e compreensão do que é realmente mais importante na vida.
13 - Reajuste-se à vida e ao trabalho
Tirar alguns dias ou semanas para reequilibrar-se e, depois, uma folga ocasional, quando necessário, é perfeitamente normal. Mas as atividades devem ser retomadas assim que for possível, pois são importantes no processo de recuperação. Seja paciente consigo mesmo, porque nos primeiros meses sua capacidade física e mental podem não ser as mesmas. Deve diminuir sua carga horária ou o número de atividades, se sentir que é excessiva; mas a inatividade prolongada faz as pessoas repetirem ou prolongarem a fase depressiva sem nenhum benefício. Com o tempo poderá também perceber que é importante utilizar um pouco da sua energia em uma atividade que possa ajudar outras pessoas e/ou instituições, saindo um pouco de seu pequeno mundo e percebendo a importância e bem estar que traz ajudar ao próximo, de conseguir tornar outros um pouco mais felizes e menos carentes física e psicologicamente.
14 - Liberte-se de expectativas irreais
Acreditar que a vida deveria ser diferente, não envolvendo escolhas dolorosas, sofrimentos e perdas é irreal e só traz revolta, o que só prejudica. Tornando nossas expectativas quanto a nós mesmos, aos outros e à vida mais realistas, fica mais difícil nos frustrarmos e mais fácil nos adaptarmos. Ninguém passa por situações que não mereça por puro acaso; nem enfrenta uma carga maior do que a que tenha capacidade para carregar. Saber que não vivemos num mundo desorganizado pois existem leis universais, que "nada acontece por acaso" e tudo tem uma razão de ser justa e produtiva, nos leva a encarar os acontecimentos (com relação a nós e aos outros envolvidos), mesmo os mais difíceis, como oportunidades de aprendizagem e crescimento.
15 - Integrando a perda
As pessoas não "têm" que ser "vítimas", qualquer que seja a perda, por pior que tenha sido. Situações de muito sofrimento podem ser transformadas em aprendizado. É preciso deixar de lado as perguntas centradas no passado (que é imutável) e no sofrimento ("Por que isso aconteceu comigo"?) e começar a fazer perguntas que abrem as portas para o futuro: "Agora que isto aconteceu o que posso e devo fazer? O que posso aprender com isto? O que posso fazer para Ser e sentir-me melhor?". Geralmente quando chegamos na fase da aceitação, atingimos a compreensão e crescemos com a experiência, a dor se vai. Fica a saudade de uma pessoa com a qual convivemos e que nos proporcionou bons momentos e ensinamentos, tanto com suas qualidades, como com seus defeitos; com a qual compartilhamos uma parte de nossa vida. Só se tem saudade de algo que foi bom ou nos trouxe algo de positivo. Deve ser mais triste não ter de quem sentir saudade, seja de uma pessoa deste ou de outro plano.
16 - Pesar excessivamente longo
Quando um sofrimento excessivo consome alguém por mais de um ano, geralmente o problema principal não é a perda em si, mas algum outro aspecto que precisa ser entendido. Muitas vezes isto ocorre quando havia uma dependência excessiva em relação à pessoa que se foi, quando a culpa por algum motivo é um componente muito forte na situação, problemas emocionais pessoais ativados ou reforçados pela perda ou outras razões significativas. Amigos, conselheiros ou um psicólogo podem ser necessários neste caso.
17 - Procure ajuda profissional, se necessário
A maioria dos que procuram ajuda de psicoterapeuta não são doentes mentais, são pessoas comuns enfrentando problemas, passando por uma crise e muitas delas sofrendo uma perda. Um profissional da área é alguém com quem você pode dividir seu sofrimento, sua revolta, seu medo, suas lembranças dolorosas, sua culpa e seus conflitos; que pode compreendê-lo e ajudá-lo. As sessões de terapia podem ajudá-lo também a tomar decisões práticas que o farão sentir-se melhor. Você pode precisar de apenas algumas sessões, muitos meses para superar a fase mais difícil, ou mais tempo; tudo vai depender do significado individual da perda, da maneira como reage às crises e à terapia.
No início do pesar, uma das formas mais comuns de manifestar o sofrimento é resistir a crescer com ele. A vida pode ser prejudicada ou fortalecida por uma perda. Ninguém permanece o mesmo. Cada situação é única e só a própria pessoa pode buscar e encontrar respostas relativas ao "outro eu" e à outra vida que vão emergir.
Cada pessoa decide se vai ou não crescer com essa experiência dolorosa, e quando.
Muitas situações na vida nos trazem a sensação de um mal irreparável, geralmente envolvendo perdas ou grandes mudanças: doenças, morte de alguém, mudança de cidade, de emprego, de condição social, separação, perda de um sonho ou ideal e outras. As situações mais dolorosas referem-se à perda de um ente querido.
As pessoas ficam com a sensação de terem sido roubadas em algo a que tinham direito. Passam por um processo doloroso que envolve sofrimento, medo, revolta, raiva, culpa, depressão, isolamento, desinteresse pelas atividades costumeiras ou excesso de atividades (fuga); apresentam sintomas físicos e psicológicos de estresse, podendo até vir a adoecer.
O tempo requerido para o "luto" (fase de maior sofrimento) e a maneira de vivê-lo depende muito das circunstâncias da perda, o significado desta para a pessoa, seu modo particular de lidar com situações de crise, apoio disponível no seu meio familiar e social, como a comunidade onde vive encara esta perda, suas próprias crenças e outros aspectos.
A recuperação de uma perda significativa leva de alguns meses a dois anos e, mesmo aí, alguns aspectos podem continuar não muito bem resolvidos.
Mas, além da tristeza, as situações dolorosas podem fazer com que descubramos em nós mesmos forças antes desconhecidas, faz com que repensemos nossas vidas e nossos valores, passando a perceber o que realmente é importante e o que é supérfluo, e podem nos transformar em pessoas mais ricas espiritual e emocionalmente.
Apesar das pessoas sentirem e reagirem diferentemente, existem pontos em comum nas situações de perda, quando geralmente passam por fases semelhantes. Quando descobrem que estão com uma doença grave ou isto acontece com uma pessoa muito próxima, a morte inesperada de alguém que amam, ou com quase todos os outros tipos de perda, primeiro passam pelo estágio de choque e negação, não querendo acreditar na realidade. Depois vem a fase da raiva, revolta (contra tudo, todos e até contra Deus) e muita mágoa. Mais tarde passam a negociar com Deus e com a vida, tentando fazer trocas e promessas; depois ficam deprimidos, perguntando-se "por que eu?", "por que ele (ou ela)?" ou "por que comigo (ou conosco)?". A seguir a tendência é retraírem-se por algum tempo, afastando-se dos outros, enquanto buscam alcançar um estado de entendimento, paz, de aceitar aquilo que não pode ser mudado. (E. Kubler-Ross). Muitos param em determinada fase e não vão adiante na superação da perda que já aconteceu ou, no caso de doença, irá ocorrer; alguns pulam de uma fase para outra, podendo retornar a fases anteriores; outros caminham para a superação. Isto vai depender muito do suporte que recebem do meio, dos amigos, de terapeutas ou orientadores; do entendimento que têm sobre a vida e sua finalidade, de suas crenças filosóficas e/ ou religiosas e outros aspectos.
A Dra Ross estudou também 20 mil casos de pessoas de várias culturas que passaram por experiências de quase morte (EQM), e notou muita semelhança no que percebem naqueles momentos de "morte", as vivências e sensações são agradáveis e os pacientes percebem que na realidade a morte não existe, é uma passagem para um plano de vida diferente, como a borboleta que deixa o casulo. Se começarmos a ver a vida de maneira diferente, com maior entendimento, veremos que a morte jamais deve representar sofrimento, mas uma continuação da vida e da evolução.
Seguem-se algumas sugestões que podem ajudar nesta fase difícil:
1 - Fale sobre sua perda e sua dor
Nos primeiros meses muitos têm esta necessidade, deixe que os outros saibam que este assunto não deve ser evitado e que lhe faz bem falar sobre isto, abrir-se com alguém de confiança, ajuda no entendimento e na aceitação. Quando os amigos entendem o processo, percebem que ouvindo e compartilhando o sofrimento, estão ajudando; e você vai se sentir melhor desabafando. Entretanto, em algumas situações, ou com algumas pessoas, quando não quiser falar sobre o assunto, também diga isto claramente.
2 - Enfrente o sentimento de culpa
Quando se perde alguém importante é difícil sentir que se fez o bastante. Discutir este sentimento com alguém compreensivo e de confiança vai ajudar a distinguir a culpa real e irreal e, aos poucos, esta começa a diminuir. Não pode se sentir responsável por não prever os acontecimentos, ou culpa como se tivesse tido a intenção de prejudicar alguém. Além do mais, temos que aceitar a realidade de que ninguém é perfeito, fazemos o possível de acordo com nossa capacidade.
3 - Trabalhe os sentimentos de raiva e revolta
Estes sentimentos existem em face de uma grande perda; é importante percebê-los e expressar os sentimentos de raiva e amargura. Não adianta negá-los ou envergonhar-se deles, são normais e irão desaparecendo com o tempo e a aceitação do fato.
4 - Idealização
Há uma fase em que a pessoa pensa em suas falhas como pai, mãe, filho, cônjuge, irmão, namorado ou amigo... e vê a pessoa que se foi como um ser perfeito. Com o tempo, começará a vê-la como um ser humano real, com suas qualidades e defeitos, assim como todos nós.
5 - Não se isole
Mesmo que não se sinta à vontade para compartilhar seu sofrimento e prefira ficar sozinho, precisa buscar a companhia de outras pessoas. Amigos e familiares que o estimem podem ajudar muito. Não se esqueça que não está só; muitos o estimam, querem lhe dar amor e conforto, assim como precisam do seu amor e atenção. Isto consola, renova suas forças e ajuda na construção de novos objetivos e, com o tempo, a recuperar a alegria de viver. Estas pessoas podem fazer muito por você e você por elas.
6 - Mudança de valores
Diante da morte ou de uma grande perda, a pessoa tende a repensar seus valores, a reavaliar seus objetivos de vida; deixar de lado coisas que anteriormente valorizava e que agora percebe que são insignificantes e/ou fúteis, e a valorizar aspectos que percebe serem realmente mais importantes. Muitas vezes implementa mudanças positivas na sua maneira de ser e de viver, tornando-se menos preocupada com o ter e mais com o SER, evoluindo moral, emocional e Espiritualmente.
7 - "Nunca mais serei o mesmo"...
É freqüente haver um grande sofrimento neste pensamento que pode ser real, mas isto não significa que nunca mais possa ser feliz. Embora esta idéia possa parecer inaceitável no período do sofrimento, as transformações podem nos enriquecer. Geralmente é isto que acontece, quando a pessoa aceita trabalhar e superar a fase de mágoa e revolta, decidindo que pode e deve viver o melhor possível.
8 - Evite decisões importantes ou grandes mudanças
O primeiro ano após a perda, geralmente não é um período adequado para tomar decisões importantes ou fazer grandes mudanças, a menos que as circunstâncias o exijam. Uma pessoa amargurada tem a capacidade de julgamento diminuída. Se algumas mudanças forem necessárias e inadiáveis, peça a ajuda de alguém competente e não envolvido emocionalmente com os problemas.
9 - Reserve períodos e local para lembranças
Não fique o tempo todo pensando e vendo objetos da pessoa que se foi. Coloque alguns pertences dela numa caixa ou armário, não os deixe espalhados. Tente reservar algum período específico do dia (no início), da semana ou do mês, para pensar na pessoa e no seu luto, quando também poderá rever os objetos. Evite fazer isto o resto do tempo, pois nada de bom e útil se consegue com a tristeza contínua. Para algumas pessoas isto não é fácil de conseguir, mas é necessário à sobrevivência e recuperação.
10 - Prevendo dias e datas difíceis
É útil saber que vai sentir-se mais triste, solitário e infeliz em certos dias e datas do que em outros, isto mesmo após já ter-se passado algum tempo e com a vida mais estabilizada. Estes dias especiais geralmente envolvem datas de aniversário, Natal, passagem de ano, Páscoa e outros, onde a falta da pessoa se faz mais presente. Planeje passá-los com amigos ou familiares, pois é provável que fique mais triste, choroso e deprimido que em outras ocasiões. Não se isole, é bom que esteja em companhia de pessoas que o estimem.
11 - A crença de que a vida transcende nossa estada na terra e num Ser Superior
Desde a antigüidade, a maioria dos povos de todas as regiões do globo, com culturas e religiões diferentes, acredita na imortalidade da alma ou espírito e na existência de um Deus ou "Algo Superior". Isto é quase que uma intuição que trazemos desde o nascimento. Um Ser com Amor Incondicional e Sabedoria, perfeito e justo, não castiga as pessoas, mas sempre quer o seu bem, sua evolução, mesmo que muitos de nós ainda não tenhamos a capacidade para entender o porquê de muitos acontecimentos. Hoje, mais do que nunca, temos tido provas da imortalidade do espírito e de que tudo na vida tem um propósito positivo, que nada acontece por acaso. Mesmo que não sejamos religiosos, esta crença traz consolo. Pensar que a pessoa não acabou, mas apenas deixou seu corpo e transferiu-se para um tipo de vida diferente, em outro plano, faz com que as pessoas sintam-se melhor diante da perda; e significará que a separação é temporária, não definitiva.
12 - Culpa por sentir-se bem
É comum as pessoas não se permitirem alegria após uma grande perda, não aceitando convites de amigos, ou evitando atividades agradáveis. Não lute para continuar sendo ou parecendo infeliz. Perceba que sentir-se contente, ter novos objetivos, não é deslealdade nem significa que não ama ou está esquecendo o ente querido. Conseguir prazer em algo significa que está trazendo um pouco de alívio ao seu sofrimento; retomando ou recomeçando a construir sua vida. Além disso, se a pessoa que se foi o estima, com certeza gostaria de vê-lo bem e não sofrendo, preferiria vê-lo contente e isto lhe daria mais tranqüilidade. Procure investir em seu bem estar, engajando-se em atividades produtivas e que lhe são agradáveis, e poderá tornar sua vida melhor ainda do que antes, se aprendeu algo com o acontecido, se cresceu com o sofrimento e compreensão do que é realmente mais importante na vida.
13 - Reajuste-se à vida e ao trabalho
Tirar alguns dias ou semanas para reequilibrar-se e, depois, uma folga ocasional, quando necessário, é perfeitamente normal. Mas as atividades devem ser retomadas assim que for possível, pois são importantes no processo de recuperação. Seja paciente consigo mesmo, porque nos primeiros meses sua capacidade física e mental podem não ser as mesmas. Deve diminuir sua carga horária ou o número de atividades, se sentir que é excessiva; mas a inatividade prolongada faz as pessoas repetirem ou prolongarem a fase depressiva sem nenhum benefício. Com o tempo poderá também perceber que é importante utilizar um pouco da sua energia em uma atividade que possa ajudar outras pessoas e/ou instituições, saindo um pouco de seu pequeno mundo e percebendo a importância e bem estar que traz ajudar ao próximo, de conseguir tornar outros um pouco mais felizes e menos carentes física e psicologicamente.
14 - Liberte-se de expectativas irreais
Acreditar que a vida deveria ser diferente, não envolvendo escolhas dolorosas, sofrimentos e perdas é irreal e só traz revolta, o que só prejudica. Tornando nossas expectativas quanto a nós mesmos, aos outros e à vida mais realistas, fica mais difícil nos frustrarmos e mais fácil nos adaptarmos. Ninguém passa por situações que não mereça por puro acaso; nem enfrenta uma carga maior do que a que tenha capacidade para carregar. Saber que não vivemos num mundo desorganizado pois existem leis universais, que "nada acontece por acaso" e tudo tem uma razão de ser justa e produtiva, nos leva a encarar os acontecimentos (com relação a nós e aos outros envolvidos), mesmo os mais difíceis, como oportunidades de aprendizagem e crescimento.
15 - Integrando a perda
As pessoas não "têm" que ser "vítimas", qualquer que seja a perda, por pior que tenha sido. Situações de muito sofrimento podem ser transformadas em aprendizado. É preciso deixar de lado as perguntas centradas no passado (que é imutável) e no sofrimento ("Por que isso aconteceu comigo"?) e começar a fazer perguntas que abrem as portas para o futuro: "Agora que isto aconteceu o que posso e devo fazer? O que posso aprender com isto? O que posso fazer para Ser e sentir-me melhor?". Geralmente quando chegamos na fase da aceitação, atingimos a compreensão e crescemos com a experiência, a dor se vai. Fica a saudade de uma pessoa com a qual convivemos e que nos proporcionou bons momentos e ensinamentos, tanto com suas qualidades, como com seus defeitos; com a qual compartilhamos uma parte de nossa vida. Só se tem saudade de algo que foi bom ou nos trouxe algo de positivo. Deve ser mais triste não ter de quem sentir saudade, seja de uma pessoa deste ou de outro plano.
16 - Pesar excessivamente longo
Quando um sofrimento excessivo consome alguém por mais de um ano, geralmente o problema principal não é a perda em si, mas algum outro aspecto que precisa ser entendido. Muitas vezes isto ocorre quando havia uma dependência excessiva em relação à pessoa que se foi, quando a culpa por algum motivo é um componente muito forte na situação, problemas emocionais pessoais ativados ou reforçados pela perda ou outras razões significativas. Amigos, conselheiros ou um psicólogo podem ser necessários neste caso.
17 - Procure ajuda profissional, se necessário
A maioria dos que procuram ajuda de psicoterapeuta não são doentes mentais, são pessoas comuns enfrentando problemas, passando por uma crise e muitas delas sofrendo uma perda. Um profissional da área é alguém com quem você pode dividir seu sofrimento, sua revolta, seu medo, suas lembranças dolorosas, sua culpa e seus conflitos; que pode compreendê-lo e ajudá-lo. As sessões de terapia podem ajudá-lo também a tomar decisões práticas que o farão sentir-se melhor. Você pode precisar de apenas algumas sessões, muitos meses para superar a fase mais difícil, ou mais tempo; tudo vai depender do significado individual da perda, da maneira como reage às crises e à terapia.
No início do pesar, uma das formas mais comuns de manifestar o sofrimento é resistir a crescer com ele. A vida pode ser prejudicada ou fortalecida por uma perda. Ninguém permanece o mesmo. Cada situação é única e só a própria pessoa pode buscar e encontrar respostas relativas ao "outro eu" e à outra vida que vão emergir.
Cada pessoa decide se vai ou não crescer com essa experiência dolorosa, e quando.
Maria José Gomes da Silva Nery, Psicóloga Clínica - Campinas (SP)
E-mail: majonery@yahoo.com.br
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